Segunda-feira, 7 de Janeiro de 2013

Os pediatras italianos falaram claro: Não à adoções por parte de homossexuais. O presidente da Associação Italiana de Pediatras fez uma avaliação dos estudos cientificamente válidos sobre a matéria: são esclarecedores.

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Os pediatras italianos falaram claro: Não à adoções por parte de homossexuais

O presidente da Associação Italiana de Pediatras fez uma avaliação dos estudos cientificamente válidos sobre a matéria: são esclarecedores.

Sara Martín / ReL - 21 dezembro 2012 - religionenlibertad.com

Não só na França se fala nos últimos tempos do matrimônio homossexual. Também a Itália vive, desde o começo do curso acadêmico, uma onda de informações e sucessos relacionados com o mesmo assunto.

É porque não só a preocupa a possível volta de Berlusconi à política. Nas ruas e cafeterias se comentam as palavras do prefeito de Milão, Giuliano Pisapia , que se declarou favorável à adoção de crianças por parte de casais homossexuais. Na realidade, não é de se estranhar: não em vão Pisapia está rodeado de colaboradores muito assialados por sua radicalidade, como o extremista Maurizio Azzolini, a fundadora do Grupo Soggettività Lesbica, Anita Sonego, ou Elisabetta Strada, conhecida por pronunciar-se a favor dos chamados «oratórios laicos».

O prefeito de Milão assegurou aos meios em setembro que «melhor uns pais homossexuais que não ter nenhum».

Reações às palavras de Pisapia
Desde então, as reções não se fizeram esperar, e de muitos lados surgiram respostas às palavras de Giuliano Pisapia.

O PDL, partido de centro direita, respondeu rapidamente perguntando-se se esta proposta se ocupava com «os problemas reais da cidade»: «Depois da aprovação do registro para as uniões de fato, agora Pisapia se pronuncia a favor das adoções por parte de casais homossexuais, enquanto continuam desatendidas as expectativos de quem espera projetos críveis e serviços reis», lamentava Mário Mantovani, coordenador regional da região da Lombardia.

Também responderam com firmeza as palavras de Pisapia à Associação Italiana de Advogados Matrimoniais : «Adotar não é um direito dos adultos, mas uma possibilidade de garantir uma família a um ou mais menores abandonados. E este é o sentido das leis que regulam as adoções nacionais e internacionais, feitas para tutelar o único e verdadeiro direito, o do menor, para receber um modelo idêntico à sua família de origem, composta por um pai e uma mãe. A visão de Pisapia é absolutamente adulto-cêntrica», nas palavras de Gian Ettore Gassani, seu presidente.

Informações superficiais e enganosas
Porém, sem dúvida, a melhor e mais documentada resposta chegou nos últimos dias por parte de Giuseppe di Mauro, presidente da Sociedade Italiana de Pediatria Preventiva e Social , que convidou o prefeito milanês a deixar de «difundir informações superficiais e enganosas» sobre este tema: «Estamos preocupados porque os meios de comunicação falam disto ligeiramente. Em troca, o tema é muito delicado e deve ser avaliado com maior rigor científico, sobretudo pelas repercussões que considera o crescimento e desenvolvimento da criança», argumenta Di Mauro.

Estudos cientificamente inválidos
Estudos realizados neste sentido há muitos, explica o doutor, porém sua qualidade é pobre, especialmente em relação com o método de amostragem: um estudo cientificamente válido deve levarse a cabo sobre uma amostra aleatória e um número importante de sujeitos.

«Em troca, a maior parte das investigações sobre este tema foram realizadas com amostras não aleatórias e pequenas, e portanto não representativas», explica o presidente da SIPPS.

Os dados que pelo geral se referem os partidários das adoções de homossexuais para dar uma base científica às suas opiniões são os referentes a 59 pequenos estudos analizados em 2004 pela American Psychological Association , que demonstra que os filhos de pais gays ou lésbicas não estão em desventagem em comparação com os dos casais heterossexuais.

Sem aval da comunidade científica
No entanto, os porta-vozes não mencionam que estes estudos foram desacreditados depois por uma grande parte da comunidade científica e pelo próprio ex-presidente da sociedade científica.

De fato, em julho deste ano, o estudo realizado por Loren Marks publicado na prestigiosa revista científica Social Science Research demonstrou sua invalidade. O investigador da Lousinana State University analizou os 59 estudos citados pela APA em apoio de sua tese, demonstrando que carecem de uma amostra homogênea, grupos de comparação e, além disso, que mostram muitas lacunas: dados contraditórios, falta de anonimato dos participantes na investigação, alcance limitado dos resultados das crianças estudados e falta de dados a longo prazo.

A conclusão, segundo Marks Loren, é que as reivindicações do APA não estão, nem muito menos, empiricamente justificadas. Posteriormente, foi o ex-presidente da American Psychological Association, o psicólogo Nicholas Cummings, que se posicionou a certa distância dos estudos: «a APA permitiu que a correção política triunfe sobre a ciência, o conhecimento clínico e a integridade profissional».

Na mesma linha se posicionou também David Eggebeen , do Departamento de Desenvolvimento Humano e Estudos Familiares na Universidade Estatal da Pensilvânia, que assegurou que o estudo de Loren Marks «oferece argumentos razoáveis que justificam uma maior cautela ao tirar conclusões firmes».

O único estudo científicamente válido
Então, em que estudos podem se basear os críticos das adoções de homossexuaisO único estudo que atualmente têm uma validade reconhecida neste campo é o realizado por Mark Regnerus, sociólogo da Universidade de Texas. De fato, o estudo, publicado em 2012, pode presumir um procedimento inédito quantitativo e cualitativamente: está baseado numa mostra aleatória representativa maior a nível nacional, nada menos que 12.000 sujeitos.

Falam os filhos de pais gays
Também, pela primeira vez se fala diretamente com os filhos (agora já adultos) de pais homossexuais, e as cifras são claras: 12% pensam no suicídio (em comparação com 5% dos filhos de casais heterossexuais), são mais propensos à traição (40% versus 13%), recorrem mais facilmente à psicoterapia (19% frente a 8%) e a assistência social se dedica a eles mais a miúdo que aos seus coetâneos criados por casais heterossexuais casados. Em 40% dos casos, contraíram uma enfermidade de transmissão sexual (frente a 8%), são em geral menos saudáveis, mais pobres, mais propensos a fumar e ao crime.

As crianças têm uma grande capacidade de adaptação, «no entanto, tendo em conta a literatura científica disponível, vivem melhor quando passam toda sua infância com seus pais biológicos, casados, e em especial quando a união dos pais permanece ao longo do tempo», assegura.

«O debate é muito complexo e está ainda aberto cientificamente. Portanto, seria recomendável que os meios de comunicação informassem com maior cautela e prudência», conclui.

A informação se pode encontrar nesta publicação da SIPPS:

http://www.sipps.it/pdf/rivista/anno7/3_2012.pdf

Um estudo revela que as crianças criadas por casais gays têm mais dificuldades em sua idade adulta.

Duzentos estudos desaconselham que os gays adotem crianças.

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http://religionenlibertad.com/articulo.asp?idarticulo=26625

publicado por emtudoavontadedeus às 21:51
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