Domingo, 1 de Janeiro de 2012

A irracionalidade do ateísmo solapa a capacidade de um indivíduo para pensar.

A mente confusa do ateu

Matthew Cullinan Hoffman - www.lifesitenews.com - (Notifam)

20 de setembro 2011 – A fila de ateus famosos, agasalhados pelos grandes meios de comunicação, está sendo acompanhada por um psiquiatra e um jornalista, que escreveu conjuntamente o livro “Why We Believe in God(s): A Concise Guide to the Science of Faith” (Porque cremos em Deus(es): um guia conciso para a ciência da fé). Os dois autores afirmam, em síntese, que Deus não é mais que um produto de nossas imaginações biologicamente determinadas.

Em um recente artigo sobre o livro, J. Anderson Thomson, um psiquiatra da Universidade de Virgínia, e a “escritora de temas médicos” Clare Aukofer repetem clichês rançosos do repertório do ateísmo alemão do século XIX, disfarçado como “ciência” moderna. Começam citando a letra frívola da canção “Imagine”, de John Lennon, na qual ele afirma que o paraíso socialista que prevê, trará a “paz” “sem céu… nem inferno por debaixo de nós… e também sem religião”.

“Sem religião”, se entusiasmam os autores. A quem estava convocando Lennon? Para começar, um mundo sem mensajeiro ‘divino’, como Osama bin Laden, precipitando violência. Um mundo onde os erros, como a perda evitável de vidas no furacão Katrina, seria retificado mas atribuido ‘à vontade de Deus’. Onde os políticos já não podem competir para demostrar quem crê mais firmemente no irracional e insustentável. Onde o pensamento crítico é um ideal. Em resumo, um mundo que tem sentido”.

Como forjamos o “sentido” de um mundo que não é mais que agitações cegas da matéria, sem nenhum tipo de propósito final, está mais alem de mim, e como era de esperar, não é tratado pelos autores. Porém seguramente este duo poderia chegar com mais que esgotadas acusações de “violência” sempre dirigida contra a religião pelos ateus, que sempre parecem esquecer que os regimes mais cruéis e violentos na história, como a China de Mao e a Rússia de Stalin, se inspiraram em ateus e foram dirigido por estes.

O regime ateu da China continua impondo o assassinato em massa de seu povo através de sua coercitiva “política de um só filho”, que resultou em milhões de mortes por aborto. Porém quem está contando? Certamente não os ateus, que é provável que não reconheçam a humanidade dos nascituros.

Os que defendem o teísmo em um sentido genérico não dizem que é uma condição suficiente para a virtude. As grandes religiões mundiais não são sempre dutos da verdade e os erros que desfiguram algumas delas tem causado sofrimento real para humanidade. Porém negar a existência de Deus, que é a única base concebível para uma moral objetiva, não é a resposta. Se os seres humanos não são mais que uma configuração de átomos sem um fim último, os conceitos do bem e do mal estão apresentando insensatezes. Seguramente mesmo um psiquiatra pode ver isso, e talvez um repórter.

Os autores esperam que esqueçamos que a religião tem produzido muito, senão a maioria, das produções de arte e da arquitetura desfrutadas pela humanidade, assim como o sistema educativo moderno? Creem que uma reportagem barata sobre Ossama Bin Laden servirá para descartar as vastas obras de caridade, desde os hospitais e refúgios para pessoas desamparadas até as agências de ajuda internacional massiça, que tem sido inspiradas pela crença religiosa? Sem dúvida, Thompson e Aukofer pode fazer que passem em silêncio estes feitos destacados, como se ignorá-los fará que desapareçam.

Os autores logo extraem o velho truque dos ateus alemães do século XIX, como Feuerbach, Marx, Nietzsche r Freud, quue nunca fizeram nenhuma tentativa de responder aos argumentos históricos da existência de Deus, e em seu lugar fecharam a cortina de fumaça das explicações psicológicas, econômicas e biológicas da religião.

O suposto é que se se pode explicar a origem da crença, de alguna maneira se-la- há refutado, uma declaração falaciosa tonta [não se deduz] que só serve para recordar-nos a impotência da posição do ateu.

Thompson y Aukofer tomam um caminho biológico, afirmando que somos geneticamente  amarrados com um fio para crer en Deus, porque isto serviu a nossos antepassados ?como um mecanismo de sobrevivência.

Afirmam que “ igual ao nosso DNA fisiológico, os mecanismos psicológicos atrás da fé evoluiram ao longo das eras através da seleção natural”. “Eles ajudaram  nossos antepassados a ? trabalhar efetivamente em grupos pequenos e sobreviver e reproduzir-se, características  desenvolvidas muito antes da história registrada, desde a estrutura profunda em nossos mamíferos, primatas africanos e os passados caçadores colecionadores de África”.

Os autores voam de um parágrafo a outro, citando os caminos evolutivos especulativos ao teísmo que eles dizem que foram oferecidos pelos investigadores. Salpicam seus comentários com observações tontas sobre a necessidade do homem para o “apego” social, a “reciprocidade”, o “amor romântico” e “os ódios de grupo”, como se umas poucas referências triviais para os fenômenos psicológicos pudessem explicar a crença quase universal do homem no divino.

Mas as perguntas que vão planteando falam mais de sua própria psicologia que outra coisa. Se a biología evolutiva explica a crença do homem em Deus, como podemos explicar o ateísmo dos autores? Dicen ser super-homens que, à diferença do resto de nós, podem trascender sua própria natureza? Se a religião se explica por nossos genes, não seria  certo á respeito do ateísmo? O que é bom para a gansa é bom para o ganso.

Reduzir as idéias do homem a sua biologia, na realidade destrói o fundamento de todo conhecimento. Se nossas idéias estão determinadas por nossos genes, então como podemos saber se algo que cremos é verdade?

Refutações como estas se fizeram faz tempo contra o pensamiento confuso dos materialistas, mas os autores, confundidos por cruéis erros empiristas do cientificismo moderno, no parecer não são conscientes deste debate histórico. A ignorância da história das idéias é uma característica lamentavelmente comum entre os ateus.

O artigo citado do jornal americano 'Los Angeles Times' é só a última recordação dos efeitos do ateísmo em uma mente de outro modo capaz. O fato de que os autores do artigo tenham escrito um livro inteiro elaborando sua tese evolucionista sobre a origem da religião, aparentemente totalmente inconsciente das falácias que subjazem em suas premissas, não faz mais que ilustrar uma verdade que tem sido demostrada uma e outra vez pelos partidários da incredulidade moderna: a irracionalidade do ateísmo solapa a capacidade de um indivíduo para pensar.


Versão original em inglês em http://www.lifesitenews.com/news/this-is-your-brain-on-atheism

publicado por emtudoavontadedeus às 16:12
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