Segunda-feira, 26 de Dezembro de 2011

Eu acabava de presenciar o amor de Cristo através da inocência de um pequeno menino.

O ancião e o menino


Eramos a única família no restaurante com um menino. Eu sentei com Daniel em uma cadeira para criança e me dei conta que todos estavam tranquilos comendo e falando. De repente, Daniel deu um grito com vontade e disse, "Olá, amigo!".


Golpeando a mesa com suas mãos gordinhas, seus olhos estavam bem abertos pela admiração e sua boca mostrava a falta de dentes em sua gengiva.


Com muito regozijo ele ria e se retorcia. Eu olhei ao redor e vi a razão de seu regozijo.


Era um homem andrajoso com um abrigo em seu ombro; sujo, gorduroso e rasgado.


Suas calças eran amplas e com o fecho aberto até a metade e seus dedos apareciam através do que foram seus sapatos.


Sua camisa estava suja e seu cabelo não tinha recebido um pente por longo tempo.


Seus bigodes eran curtos e muito poquinho e seu nariz tinha tantas veias que parecia um mapa.


Estávamos um pouco longe dele para saber se ouvia, mas era certo que ouvia mal. Suas mãos começaram a mecher-se para saudar.


"Olá bebezinho, como estás garotão," disse o homem a Daniel.


Minha esposa e eu nos olhamos, "Que fazemos?"


Daniel continuou rindo e respondeu: "Olá, olá amigo."


Todos no restaurante nos olharam e logo olharam ao mendigo. O velho sujo estava incomodando a nosso lindo filho.


Trouxeram nossa comida e o homem começou a falar ao nosso filho como un bebê. Ninguém achava simpático o que o homem estava fazendo. Obviamente ele estava bêbado. Minha esposa e eu estávamos envergonhados.


Comemos em silêncio, menos Daniel que estava súper inquieto e mostrando todo seu repertório ao mendigo, que respondia com suas infantilidades.


Finalmente terminamos de comer e nos dirigimos até a porta.


Minha esposa foi pagar a conta e disse que nos encontraríamos no estacionamento.


O velho se encontrava muito perto da porta de saída.
"Meu Deus, ajuda-me a sair daqui antes de que este louco fale a Daniel" -disse orando, enquanto caminhava se chegando ao homem.


Dei as costas tratando de sair sem respirar nem um pouquinho do ar que ele pudesse estar respirando.


Enquanto eu fazia isto, Daniel se voltou rapidamente na direção até onde estava o velho e estendeu seus braços na posição de "carrega-me."


Antes que eu o impedisse, Daniel se jogou de meus braços para os braços do homem.


Rapidamente o velho mal cheiroso e o jovem menino consumaram sua relação amorosa.


Daniel num ato de total confiança, amor e submissão colocou sua cabeça sobre o ombro do mendigo.


O homem fechou seus olhos e pude ver lágrimas correndo por suas bochechas.


Suas velhas e maltratadas mãos cheias de cicatrizes, dor e duro trabalho, suave, muito suavemente, acariciavam as costas de Daniel. Nunca dois seres tinham se amado tão profundamente em tão pouco tempo.


Eu me detive aterrado.


O velho homem balançou Daniel em seus braços por um momento, logo abriu seus olhos e olhou diretamente aos meus.


Disse em voz forte e segura: "Você cuide deste menino."


De alguma maneira respondi "Assim o farei" com um imenso nó em minha garganta.


Ele separou Daniel de seu peito, lentamente, como se tivesse uma dor.


Recebi meu filho, e o velho homem me disse: "Deus lhe abençoe, senhor. Você me deu um lindo presente." Não pude dizer mais que um entrecortado obrigado.


Com Daniel em meus braços, caminhei rapidamente até o carro.


Minha esposa perguntou porque estava chorando e carregando Daniel tão apertado, e porque eu estava dizendo:


"Meu Deus, Meu Deus, perdoa-me."


Eu acabava de presenciar o amor de Cristo através da inocência de um pequeno menino que não via pecado, que não fazia nenhum juízo; um menino que viu uma alma e uns pais que viram só um montão de roupa suja.


Eu fui um cristão cego, carregando um menino que não o era.


Eu senti que Deus me esteve perguntando: "Estás disposto a compartilhar teu filho por um momento?


"Quando Ele compartilhou seu Filho por toda a eternidade.


O velho andrajoso, inconscientemente, me recordou aquelas palavras que dizem: "De certo vos digo, que aquele que não receber o reino de Deus como uma criança, não entrará nele." (Marcos 10, 15)


Fonte: www.aciprensa.com

publicado por emtudoavontadedeus às 21:08
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