Terça-feira, 13 de Setembro de 2011

Prescindir de Deus é dar pedras aos homens no lugar de pão, disse o Papa.

 

 

 

 

 

 

Prescindir de Deus é dar pedras aos homens no lugar de pão, disse o Papa

 

 

Vaticano, Sep 11, 2011 / 10:14AM (EWTN Noticias/ACI Prensa)

 

 

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Benedicto XVI leva a Ancona mensagem sobre a centralidade da Eucaristia na Igreja

 

 

 

Ao presidir hoje a Missa de clausura do 25° Congresso Eucarístico Nacional italiano, o Papa Bento XVI explicou que "a história nos demonstra, dramaticamente, como o objetivo de assegurar a todos o desenvolvimento, bem estar material e paz, prescindindo de Deus e de sua revelação, termina sendo um dar aos homens pedras em lugar de pão".

 

 

No Estaleiro Naval de Ancona e diante de milhares de fiéis presentes, o Santo Padre meditou sobre a pasagem do Evangelho que afirma "Esta palavra é dura! Quem pode escutá-la?", disse dos apóstolos ante o discurso do pão da vida, uma reação que "não está muito afastada de nossas resistências frente ao dom total que Ele (Cristo) fez de si mesmo" já que "receber verdadeiramente este dom quer dizer perder-se a si mesmo, deixar-se envolver e transformar, até chegar a viver d'Ele".

 

 

"Esta palavra é dura!’; é dura porque muito seguido confundimos a liberdade com a ausência de vínculos, com a convicção de poder fazer por nós mesmos, sem Deus, visto como um limite á liberdade".

 

 

Segundo assinala a nota de Rádio Vaticana, o Papa indicou que esta atitude dos homens é uma ilusão que não tarda em tornar-se desilusão, gerando inquietude e medo e levando, paradoxalmente, a ansiar pelas cadeias do passado: ‘Oxalá houvéssemos morrido nas mãos do Senhor do Egito…’ diziam os judeus no deserto, como temos escutado".

 

 

"Na realidade, só na abertura a Deus, na acolhida de seu dom, chegamos a ser verdadeiramente livres, livres da escravidão do pecado que desfigura o rosto do homem, e capazes de servir ao verdadeiro bem dos irmãos".

 

 

"‘Esta palavra é dura!’; é dura porque o homem cai muitas vezes na ilusão de poder transformar as pedras em pão. Depois de ter posto à parte Deus, ou tê-lo tolerado como uma escolha privada que não deve interferir na vida pública, certas ideologias tem apontado para organizar a sociedade com a força do poder e da economia".

 

Seguidamente Bento XVI precisou que "a história nos demonstra, dramaticamente, como o objetivo de assegurar a todos desenvolvimento, bem estar material e paz, prescindindo de Deus e de sua revelação, termina sendo um dar aos homens pedras em lugar de pão".

 

O pão, explicou "é ‘fruto do trabalho do homem’, e nesta verdade se encerra toda a responsabilidade confiada a nossas mãos e a nossa inteigência; mas o pão é também, e o primeiro, ‘fruto da terra’, que recebe do alto o sol e a chuva: é dom para pedir, que nos tira toda soberba e nos faz invocar com a confiança dos humildes: ‘Pai (…), dá-nos hoje nosso pão de cada dia’".

 

O Papa lembrou que "o homem é incapaz de dar-se a si mesmo a vida, ele se compreende só a partir de Deus: é a relação com Ele a que dá consistência à nossa humanidade e faz boa e justa nossa vida".

 

"É sobretudo o primado de Deus que devemos recuperar em nosso mundo e em nossa vida, porque é este primado o que nos permite reencontrar a verdade do que somos, e é em conhecer e seguir a vontade de Deus que encontramos nosso verdadeiro bem. Dar tempo e espaço a Deus, para que seja o centro vital de nossa existência", afirmou.

 

"De onde partir, como da fonte, para recuperar e reafirmar o primado de Deus?

 

Da Eucaristia: que Deus se faz assim perto de modo que seja nosso alimento, Que Ele se faz força no caminho sempre difícil, que se faz presença amiga que transforma".

 

Jesus, recordou o Papa, se entrega livremente por todos na Cruz, "assim a morte de Cristo não se reduz a uma execução violenta, é transformada por Ele num livre ato de amor, de auto-doação, que atravessa vitoriosamente a mesma morte e ratifica a bondade da criação que saiu das mãos de Deus, humilhada pelo pecado e finalmente redimida".

 

"Este imenso dom –assegurou Bento XVI– é acessível para nós no Sacramento da Eucaristia: Deus se doa a nós, para abrir nossa existência a Ele, para envolvê-la no mistério de amor da Cruz, para fazê-la partícipe do mistério eterno do qual viemos e para antecipar a nueva condição da vida plena em Deus, na espera da qual vivemos".

 

publicado por emtudoavontadedeus às 20:03
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