Quinta-feira, 19 de Dezembro de 2013

Meu adorável Jesus se deixava ver todo circundado por luz que lhe saía desde dentro de sua santíssima humanidade, que o embelezava de tal modo que formava uma vista encantadora e cativadora.

"Memórias da Serva de Deus Luisa Piccarreta"

 

Vol. 11, 23 de abril de 1916

 

Continuando como de costume, meu adorável Jesus se deixava ver todo circundado por luz que lhe saía desde dentro de sua santíssima humanidade, que o embelezava de tal modo que formava uma vista encantadora e cativadora.

 

Eu fiquei surpreendida, e me disse:

 

« Minha filha, cada dor que sofri, cada gota de sangue, cada chaga, oração, palavra, ação, passo, etc., produz uma luz em minha humanidade, que me embelezava de tal modo que tinha cativados todos os bem aventurados.

 

Agora, a alma, em cada pensamento de minha paixão, compaixão, reparação, etc. que faz, não faz outra coisa que tomar luz de minha humanidade, embelezando-se a minha semelhança; assim que um pensamento mais de minha paixão será uma luz mais que lhe trará um gozo eterno. »


Alma Solitária 

 

publicado por emtudoavontadedeus às 21:42
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Segunda-feira, 9 de Dezembro de 2013

NATAL: Sim, quando eu posso ver a luz novamente, eu vejo Maria com seu filho recém-nascido nos braços.

Sim, quando eu posso ver a luz novamente, eu vejo Maria com seu filho recém-nascido nos braços.

Um Pequenino de cor rosada e gordinho, que move e gesticula as mãozinhas e belo como botão de rosa, e seus pés parecem ser como a corola de uma rosa, que chora com uma vozinha trêmula, como um cordeirinho que acaba de nascer, abrindo sua boquinha que parece um morango silvestre e mexe sua linguinha contra o palato rosa, que move sua cabecinha tão loura que parece que não tem nenhum cabelo, uma cabecinha redondinha que a Mãe sustenta na palma de sua mão. Enquanto olha seu Filhinho, e o adora já sorrindo, já chorando e se inclina a beijá-lo não na cabecinha, mas no peitinho donde bate seu coraçãozinho, que palpita por nós... alí onde um dia receberá a lança.

Cura de antemão sua Mãezinha com um beijo imaculado. O boi, que se despertou por ver a claridade,dá fortes patadas no chão e muge. O burrinho volta a cabeça e zurra. É a luz que os desperta, mas eu imagino que eles querem saudar o seu Criador, criador deles, o criador de todos os animais. José orava tão profundamente que apenas se dava conta de seu entorno, estremece, e por entre os dedos que tem cruzados no rosto, vê a luz que é filtrada. Ele tira as mãos do rosto, levanta a cabeça, olha. O boi oculta Maria.

Ela grita: "José, vem. " José corre. E quando ele vê se detém, vencido pela admiração, e cai de joelhos, onde ele está, se Maria não insistisse: "Venha, José", se sustenta com a mão esquerda sobre o feno, enquanto a direita aperta contra o seu coração o Pequenino. Levanta-se e vai para José que caminha temeroso entre o desejo de ir e temor de ser irreverente.

Ao pé da cama de palha ambos os cônjuges se encontram, e se olham com lágrimas de felicidade. "Vem, ofereçamos Jesus ao Pai", diz Maria. E enquanto se ajoelha José, Ela fica entre dois troncos que sustentam a abóbada, coloca seu filho em seus braços e diz: "Aqui estou. Em seu nome, oh Deus! Digo isto. Estou aqui para fazer a tua vontade. E com Ele, eu, Maria e José, meu marido. Aqui estão os teus servos, Senhor. Que sempre façamos a cada momento, seja qualquer coisa a sua vontade, para a glória vossa e por teu amor. "Então Maria se inclina e diz:" Toma, José "e oferece o Pequenino. "Eu? "Minha vez? Oh, não! Eu não sou digno! "José está terrivelmente apavorado, aniquilado pela idéia de tocar Deus. Mas Maria sorrindo insiste: "Tu és digno. Ninguém além de você, então o Todo-Poderoso não te escolheu? Tome-o, José e fica com Ele enquanto eu vou encontrar as fraldas. "

José, vermelho como o carmesim, estende os braços, tomar aquele montinho de carne que grita porque está com frio e quando O tem em seus braços não sente mais o desejo de se separar dele por respeito, O estreita no seu coração no meio da uma explosão de lágrimas: "Oh, Senhor, meu Deus! "E se inclina para beijar os pezinhos e sente-os frios. Ele se senta, o coloca nos seus joelhos com seu vestido marrom, com suas mãos procura cobri-lo, acalentá-lo, defendendo-o contra o vento da noite gelada. Gostaria de ir para o fogo, mas o fluxo de ar que entra é pior. É melhor ficar aqui. Não. Melhor ir entre os dois animais que protegem do vento e emite calor. E vai entre o boi e o burrinho e está com as costas contra a entrada, inclinando-se sobre o Recém-nascido aconchegando-O contra seu peito, em um nicho cujas paredes laterais são uma cabeça cinzenta com longas orelhas, um nariz grande e branco cujas narinas fumegantes e cujos olhos são bem-humorados. Maria abriu a mochila, e pegou lenços e faixas. Ela foi para a fogueira para aquecê-las. Vem para onde está José, envolve o Menino em panos quentes e, em seguida, o véu para proteger a sua cabeçinha. Onde o poremos agora? Pergunta. José olha em volta.

Pensa ... "Espere" ele diz. "Vamos fechar mais esse lado dos dois animais e a palha. Vamos tomar mais aquela palha que está lá em cima, e nós colocamos aqui. As tábuas o protegerão do ar, o feno servirá como um travesseiro e o boi com seu hálito vai esquentar um pouco. Melhor o boi. É mais paciente e tranquilo. E ele consegue fazer isso, enquanto, Maria embala seu pequeno apertando contra seu coração, e coloca seu rosto na cabecinha para dar calor. José volta para atiçar o fogo, sem descanso, para que se levante uma boa chama. Seca o feno, e quando vai sentindo que está quente vai pondo para dentro para não esfriar. Quando é suficiente vai para a manjedoura para colocá-lo para fazer um berço. "Aí está", disse.

"Agora precisamos de uma manta, pois o feno espalha e é preciso cobri-lo completamente ... " "Toma meu manto", diz Maria. "Terás frio. " "Oh, não importa! A capa é muito grossa, o pêlo é fino e quente. Eu não tenho frio, desde que Ele não sofra. " José toma o manto largo de lã azul escura e delicada, e coloca-o dobrado no feno, com uma ponta que fica fora do berço. O primeiro leito de Salvador já está preparado. Maria, com seu doce caminhar, trazê-o, O coloca e O cobre com a extremidade do manto; lhe envolve a cabecinha desnuda que sobressai do feno e protege-a muito com o delicado véu.

Só seu rosto fica descoberto, gordinho como um punho de um homem, e os dois, inclinando-se sobre o berço, felizes, o veem dormir o seu primeiro sono, porque o calor de fraldas e do feno lhe acalmaram o pranto e faz dormir o doce Jesus.

publicado por emtudoavontadedeus às 22:40
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