Quinta-feira, 27 de Setembro de 2012

Salvou sua vida graças à uma enfermeira que a escutou chorar. Faz um ano teve seu primeiro filho. Agora se envolveu na campanha eleitoral.

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Melissa aponta Obama

Dramática pergunta de uma sobrevivente de um aborto

Salvou sua vida graças à uma enfermeira que a escutou chorar. Faz um ano teve seu primeiro filho. Agora se envolveu na campanha eleitoral.


C.L. / ReL - 29 agosto 2012 - religionenlibertad.com


Melissa Ohden foi um desses casos, de modo algum isolados, de fetos que sobrevivem ao aborto. São até agora 44.000 nos Estados Unidos as pessoas com essa origem, segundo cifras oficiais.

Recentemente foi levada à grande tela a história da mais célebre delas, October Baby, baseada na vida de Gianna Jessen, que, narrada por ela mesma, constitui um dos documentos mais estarrecedores contra o aborto jamais conhecidos.

Um pranto salvador
Também Melissa contou o que se passou com ela em numerosos fóruns. Em 1977, quando sua mãe estava grávida de sete meses, se submeteu a um aborto por envenenamento salino. O resultado foi que Melissa acabou viva em uma lata de lixo. Mas ao sair, os pulmões da menina se abriram, e começou a chorar. Uma enfermeira a escutou, e então os médicos que tinham tentado matá-la decidiram salvar sua vida.

Melissa foi adotada, e não soube até os 14 anos como tinha começado sua vida: "Isso mudou minha vida. Durante anos me senti incrivelmente só. Vivia cheia de medo. Lutava contra a vergonha, o obscurecimento, inclusive a culpa". Depois de licenciar-se no Trabalho Social e colaborar com grupos pró-vida, em 2007 deu a conhecer seu caso para ajudar, prestando seu testemunho, tanto a mães que estão pensando em abortar como quem já o fez e padece da síndrome pós-aborto. Atualmente está casada e tem dois filhos, o último deles o esperava para maio deste ano.

Obama: quatro vezes votou para deixar-lhes morrer
Perdoou sua mãe biológica, mas confessa que cada manhã, quando soa o despertador e tem que enfrentar outro dia, recorda sempre que pela "decisão" [choice, em inglês, a palavra tótem dos pró-abortistas nos Estados Unidos] de alguém, ela não devia estar viva.

E não esquece tampouco que Barack Obama votou por quatro vezes a favor de uma lei que impediria os médicos de salvar a vida dos fetos que sobrevivessem ao aborto. Uma lei que teria impedido que Melissa ou Gianna fossem, como são, mulheres felizes e valentes que ajudam com sua própria história quem vacila.

Agora Melissa selançou na arena eleitoral com um vídeo de um minuto dirigido para pleitear uma questão aos eleitores norte-americanos: é o atual presidente, Barack Obama, uma pessoa idônea para liderar o país?

Ohden conta o princípio de sua história: "Fui abortada, e meu corpo descartado... como se não existisse. Mas uma enfermeira me ouviu chorar, e me cuidou o suficiente para salvar minha vida". E disse ldepois: "Há algo que talvez você não conheça. Quando era senador no Senado de Illinois, Barack Obama votou para negar os direitos constitucionais às crianças nascidas depois de um aborto falhado. Não uma, mas quatro vezes".

E lança então uma dramática pergunta diante do futuro do país: "Sei que hoje estou viva pela graça de Deus, e talvez só para pleitear aos Estados Unidos esta questão: É esse o tipo de liderança que nos fará avançar? Uma liderança que despreza os mais mais indefesos e mais fracos?".

O vídeo se converteu em um elemento da campanha presidencial, onde a questão do aborto pode ser decisiva para inclinar definitivamente a balança.

Veja abaixo o vídeo de Melissa Ohden (em inglês).
http://www.youtube.com/watch?v=gwFIEprF_9Y&feature=player_embedded


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Quinta-feira, 20 de Setembro de 2012

Padre Pio: “No inferno ninguém absolutamente se inclina diante de Deus. Não é Ele, portanto, o que não quer perdoar. Ao Senhor não falta jamais misericórdia, mas a eles o arrependimento”.

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O Kit de sobrevivência contra o demônio

José Maria Zavala - 12 setembro 2012 - religionenlibertad.com

 


Como jornalista sei muito bem que ao demônio se combate com informação.
Celebro por isso a nova iniciativa empresarial que lançará na Polônia uma revista mensal dedicada por inteiro ao exorcismo. Em um país com mais de 120 exorcistas em atividade, os promotores do projeto calcularam uma tirada inicial de 15.000 exemplares, e provavelmente ainda faltem. Deus queira que o exemplo se difunda na Espanha, onde os exorcistas são hoje uma espécie ameaçada de extinção.

Conhecendo as fendas pelas quais se lança Satanás na sociedade atual (cartomancia, magia, bruxaria, sorte ou “tabuleiro falante”, reiki, noite de Haloween, drogas, bola de cristal…) é mais fácil vencer-lhe.

Mas, olhe! Com nossas próprias forças não podemos.
O demônio é um anjo caído e, como tal, uma criatura superior ao homem. Para ajudar-nos a derrotar-lhe, Nosso Senhor Jesus Cristo, o primeiro grande exorcista da História, instituiu os sacramentos; em especial, a Eucaristia e a Penitência.Uma boa confissão, começando pelos “peixes gordos” (aqueles pecados que mais vergonha nos dão), equivale a muitos exorcismos.

O Padre Pio recordava a outro sacerdote, que estando no confessionário, lhe apareceu em certa ocasião um homem com calças listradas.

-Não te ajoelhas? –perguntou o clérigo.

-Não posso –respondeu, categórico, o visitante.

Pensando que talvez estivesse impedido por alguma desconhecida razãoo sacerdote lhe animou a que dissesse seus pecados. Ele confessou tantos, que pareceu reunir em seu coração todas as ofensas da terra.
Finalmente, o sacerdote lhe pediu que inclinasse a cabeça para receber a absolvição.

-Não posso –alegou ele.

O padre lhe retrucou, estranhando:

-Mas quando pões as calças pela manhã, não inclinas por acaso a cabeça?

Então, ele descobriu quem era:

-Sou Lúcifer e em meu reino ninguém se inclina.

Em seguida, desapareceu.

O Padre Pio extraiu em seguida esta moral da história:

“No inferno ninguém absolutamente se inclina diante de Deus. Não é Ele, portanto, o que não quer perdoar. Ao Senhor não falta jamais misericórdia, mas a eles o arrependimento”.

Com razão, São Jerônimo de Estridon (340-420), um dos quatro grandes Padres latinos da Igreja, tentou sempre comprazer a Jesus:

-Senhor, que mais posso dar-te, se já te dei tudo…? –implorou, no final de sua vida.

-Dá-me teus pecados! -respondeu o Mestre.

José María Zavala, zavala.blog@gmail.com, é autor, editor e responsável pelo Blog Ouro Fino, alojado no espaço da web de www.religionenlibertad.com

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Quarta-feira, 12 de Setembro de 2012

Frutos do Concílio Vaticano II:o 'Catecismo da Igreja Católica' e o 'Código de Direito Canônico de 1983'.

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Segundo o Cardeal Brandmüller: Os altares voltados ao povo e a eliminação do latim «não são frutos do Concílio»

O purpurado alemão, de 83 anos, afirma que são frutos o Catecismo da Igreja Católica e o Código de Direito Canônico de 1983.

Guido Horst / Vatican Insider - 28 agosto 2012 - religionenlibertad.com

O cardeal Walter Branmüller, alemão de 83 anos, é um reconhecido teólogo. É considerado um dos intépretes do Concílio Vaticano II mais em sintonia com o Papa, que no último consistório, em 2010, lhe concedeu o episcopado e a púrpura em homenagem por toda uma vida de investigação vinculada à Cúria romana.

Ele concedeu uma entrevista ao 'Vatican Insider', pelo motivo da aproximação do quinquagésimo aniversário do início da histórica assembléia.

O Vaticano II foi um Concílio pastoral que também ofereceu explicações dogmáticas. Existe algo semelhante na história da Igreja?

Efetivamente, pareceria que justamente com o Vaticano II se inaugurou um novo tipo de Concílio. A linguagem que se empregou e a exaustividade dos textos demonstram que os padres conciliares não tinham como motivação sentenciar a respeito das novas questões controvertidas a nível eclesiástico, mas sim ao desejo de dirigir-se à opinião pública da Igreja e ao mundo inteiro no espírito da anunciação.

Se a cincoenta anos de distância um Concílio não foi recebido de forma adequada pelo povo da Igreja, não teria que declará-lo um fracasso? Bento XVI advertiu acerca de uma leitura enganosa do Concílio, sobretudo em relação à hermenêutica da ruptura...

Esta é uma dessas perguntas que já se converteram em parte do repertório definido pelo novo sentimento existencial típico das convulsões de nosso tempo.

Porque, afinal de contas, o que são cincoenta anos? Recorde o Concílio de Nicéia de 325. A disputas em torno do dogma daquele Concílio (a natureza do Filho, ou se tinha a mesma substância do Pai ou não) duraram mais de cem anos. Ao cumprir-se o quinquagésimo aniversário do Concílio de Nicéia, Santo Ambrósio foi ordenado bispo de Milão e até sua morte teve que lutar contra os arianos que rechaçavam aceitar as disposições do Concílio.

Pouco depois se deu outro Concílio, o primeiro de Constantinopla em 381 -necessário para completar a profissão de fé do de Nicéia-, ao qual Santo Agostinho teve que opor-se aos herejes, até que se apagaram em 430.

Também o Concílio de Trento, para dizer a verdade, teve poucos frutos até o jubileu de ouro de 1596. Precisou esperar que uma nova geração de bispos e de prelados amadurecesse no “espírito do Concílio” para que este pudesse surtir seu efeito. Assim teremos que dar-nos uma respirada.

Falemos agora um pouco sobre os frutos do Concílio Vaticano II.

Antes de mais nada, evidentemente, está o 'Catecismo da Igreja Católica', em analogia com o tridentino: depois do Concílio de Trento se fez o 'Catechismus Romanus' para oferecer aos párocos, pregadores, etc., os parâmetros para a pregação e o anúncio ou a evangelização. Também o 'Código de Direito Canônico de 1983' se pode definir como um dos frutos do Concílio.

»Teria que dizer que a forma da liturgia pós-conciliar, com suas distorsões, não se deve achacar o Concílio ou a constituição litúrgica que instituiu o mesmo (Sacrosanctum Concilium), pelo qual esta ainda não tinha sido verdadeiramente adotada.

»A eliminação indiscriminada do latim ou dos cantos gregorianos, além da direção dos altares voltada ao povo não se pode chamar frutos do Concílio. Vamos dar uma olhada para trás pela falta de sensibilidade no cuidado das almas e na pastoral da forma litúrgica.
Só tem que pensar em uns excessos que evocam a iconoclastia (o Beeldenstorm, a luta contra as imagens) do século VIII, excessos que catapultaram numerosos fiéis a um autêntico caos e lhes deixaram submersos na escuridão.

»Mas sobre isto já se disse tudo. Logo se começou a compreender a liturgia como uma imagem de especulação da vida da Igreja, sujeita, sem dúvida, à uma evolução histórica orgânica, mas que não pode ser decretada de golpe, como se fez. Ainda estamos pagando as consequências.

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Quarta-feira, 5 de Setembro de 2012

O jesuíta que construiu 145 leprosários, colégios para pobres e casas para soro-positivos na China.

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Completa-se um ano da morte do padre Luis Ruiz SJ

O jesuíta que construiu 145 leprosários, colégios para pobres e casas para soro-positivos na China

Chamavam-no de o Anjo de Macau. Era de Gijon e passou mais de 70 anos de sua vida na China.

Cristina Sánchez/Alfa y Omega - 28 agosto 2012 - religionenlibertad.com

Em 27 de julho de 2011, era chamado à Casa do Pai o jesuíta gijonês Luis Ruiz, o Anjo de Macau e de todos os leprosos da China. Ali passou mais de 70 anos, e, por sua morte, deixou um legado de mais de 60 leprosários, casas de acolhida para soro-positivos, e educação para milhares de jovens sem recursos. Seus amigos mais próximos o recordam como «um homem cujo sorriso tranformava os corações».

O padre Luís com um ancião (a eles atendia especialmente) «Sorrir, amar, servir e esperar no Senhor», assim define o padre Luís seu sucessor à frente da missão em Macau, o padre jesuíta argentino Fernando Azpiroz.

Asturiano, nascido em Gijon em 1913, o padre Luís Ruiz soube desde o princípio de sua vida que sua missão não ia ser simples: expulso da Espanha em 1931 por pertencer à Companhia de Jesus, chegou à China em 1940. Seu primeiro trabalho foi visitar os centros de missão na diocese de Anking, na ocupação japonesa. Como não havia transporte, caminhava 70 quilômetros por dia, algo que continuou fazendo toda sua vida: «Sempre peregrinava pelos caminhos mais remotos, onde vivia gente às quais ninguém chegava nunca», conta seu amigo e companheiro Alejandro Cuervo-Arango.

«Ele sempre voltava a ver as pessoas isoladas, porque sabia que ali lhe esperava o Senhor». Quando não mais podia chegar até eles, eles iam a ele.

Sua estadia na China mudou radicalmente quando as tropas comunistas chegaram, em 1949, a Anking, fecharam o centro de missão e encarceraram o padre e outros jesuítas. No cárcere adoeceu com febre tifóide e foi expulso do país.

Enfermo e pobre, em Macau
O padre Luís se refugiou em Macau em 1951, que na época era uma cidade excesivamente pobre, onde iam chegando os chineses do norte que fugiam das tropas comunistas. Ali começou uma etapa difícil para o jesuíta, que recordava -ao contar sobre sua missão em viagens pela Europa- como os refugiados «chegavam com nada. No meio deles, me encontrei, sem dinheiro para ajudar-lhes».

Uma atitude que, diz o padre Fernando Azpiroz, «é o que mais gostaria de salientar: era muito consciente de seus limites. Seu mandarim era muito pobre, pelo que muito poucas pessoas entendiam o que queria dizer. Além disso, no começo da missão na China era uma pessoa muito limitada fisicamente. Necessitava que o levassem de um lado para o outro, como um menino. Mas nunca se rebelou; ao contrário, os vivia como sua força, quase como uma bênção».

Esse abandono nas mãos de Deus também o recorda seu sobrinho, Dom Jesus Carrascosa, iniciador do movimento Comunhão e Libertação na Espanha, que conheceu quando tinha 35 anos: «Sempre me dizia: Ainda tens pouca fé, porque te preocupam muitas coisas».

Alimentar seus corações
Recordava o padre Azpiroz na homilia do numeroso funeral, que teve lugar em 3 de agosto de 2011, que quando o padre Ruiz chegou a Macau, «muitos estavam enfermos, sozinhos, famintos...; ele também estava enfermo, e era pobre».

Mas não abrandou seu empenho em ajudar e moveu todos seus contatos para obter alimentos. «Começou por dar algo de arroz às pessoas que se aproximavam de sua casa, mas sabendo que não era suficiente alimentar só seus estômagos. Havia que alimentar também seus corações. Para isso, decidiu reabrir a antiga igreja de Santo Agostinho, para rezar e cantar juntos», continuou o padre Azpiroz.

«Dar o Catecismo na noite era meu trabalho mais importante», dizia o padre Ruiz. Foi assim como descobriu «que não importava quantas pessoas se aproximavam para receber arroz; sempre dava», explicou também o padre Azpiroz no funeral.

«Aprendeu que confiar em Deus significava também confiar nos homens. Deu-se conta de que as pessoas, não importa quão ricas ou pobres sejam, tem o desejo de ajudar os demais. Só necessitam uma oportunidade para fazê-lo».

O padre Luis, especialista em buscar e encontrar amigos e colaboradores, conseguiu fundar a Casa Ricci, o início de Cáritas Macau, onde chegou a atender mais de 30.000 refugiados, sem perguntar de onde vinham ou qual era sua identificação política, o que lhe custou pagar um alto preço. Uma vez ajudou um estudante que participou do movimento da praça Tianamen. Em represália, o Governo chinês negou durante dois anos o visto para entrar no país.

«Isto foi o que mais me atraiu no padre Ruiz quando cheguei a Macau, em 2005», conta hoje o padre Azpiroz: «A força dessa simplicidade que sabe que o Senhor constrói grandes coisas através de pequenos passos que damos seguindo suas inspirações».

Confirma isso seu sobrinho, Carrascosa: «Meu tio sabia que, através da ajuda imediata, podia dar às pessoas o que verdadeiramente necessitavam: conhecer Cristo. Ele servia aos pobres por amor a Deus, não por ideologia; por isso, perseverou».

O tempo da lepra
Tinha mais de 70 anos quando soube da existência da ilha de Dajin, onde havia uma colônia de leprosos. Ele mesmo descreve em uma carta seu primeiro encontro: «Queria dar-lhes um aperto de mãos, mas muitos não tinham mãos. Fiquei surpreso com tão imensa miséria como se evidenciava , e senti o tremendo abandono em que viviam».

E começou seu prodigioso trabalho com os leprosos da China. Levou comida, alojamento, água e cuidados médicos às pessoas de Dajin. Mas descobriu que não bastava, e que os pacientes necessitavam de carinho. Chamou as Irmãs da Caridade de Santa Ana, que já trabalhavam com ele em Macau, para viverem na ilha. 5 anos depois, aquele centro triste e abandonado mudou seus enfermos em pessoas dignas e transbordantes de alegria.

A voz de que existia um Anjo que cuidava dos leprosos se estendeu rápido por toda China. Assim começou seu itinerário de fundação e ajuda à leprosários -chegariam a 145- pelas áreas remotas das montanhas. Em menos de 10 anos, mais de 90 Irmãs decidiram deixar seus lugares e comunidades para ir servir e viver com as pessoas infectadas pela lepra. Dez anos mais tarde, o padre Ruiz, com mais de 90 anos, faria às Irmãs outro novo convite: ir servir os novos leprosos, as pessoas com aids, em um centro de acolhida.

O sorriso em seu rosto
Nos seus quase 98 anos, em 26 de julho de 2011, em seu quarto da Casa Ricci, «Deus nosso pai o encontrou um pouco cansado e lhe chamou», conta o padre Alejandro, que recorda que, «em sua pessoa, os homens encontravam Deus». E alude a uma razão sobre todas as demais: «O sorriso em seu rosto, que transformava as dores de quem chegava até ele e convertia em ternura e fortaleza os corações mais endurecidos».

Hoje, a Casa Ricci está nas mãos do padre Azpiroz, que, um ano depois do falecimento do Anjo de Macau, sente «uma maior responsabilidade, pela tensão de querer ser fiel ao seu carisma. Mas tudo foi mais simples do que imaginava, e, sem dúvida, o trabalho que o padre Ruiz faz no Céu tem muitoo a ver».

O padre Luís deixou na China o legado de 64 leprosários, 5 lares para soro-positivos e a educação de uns 1.500 estudantes de famílias pobres. «Ele começou um movimento que hoje permite que muitos, incluídas pessoas do Governo, possam se aproximar dos infectados pela lepra e pelo HIV».

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