Terça-feira, 31 de Janeiro de 2012

Dicas para chegar perto de meu filho adolescente.

 



Ajudar os filhos em suas dificuldades é um desafio que, muitas vezes, se apresenta pesado, infrutuoso e quase impossível.

Por Felipe de Jesus Rodriguez


O filho que cresce "aparentemente" tem sua vida feita. A independência, o "deixa-me ser", é seu maior 'slogan'. Os conselhos, repreensões e indicações lhe fazem sentir como criança ou adolescente e, por isso, os rejeita como xaropes amargos.

Tem consciência de sua liberdade e, bem ou mal, sabe que pode usá-la, mesmo desconhecendo seu verdadeiro sentido. Sente-se jovem e acha que pode agarrar o mundo com um aperto de mãos. Este mundo armazena sua sede infinita de felicidade e é o que lhe causa os piores desempenhos.

Talvez um abismo gigantesco interfira nas relações com os filhos. Os problemas e as dificuldades que atravessam em suas vidas pessoais parecem inesequíveis para os pais. Os conselhos e a proximidade que eles querem ter, não chegam até perto de seus filhos com o impacto esperado.

Algumas vezes, a ponte de comunicação natural e simples dos primeiros anos da infância e da adolescencia, se debilita e é difícil cruzá-la. Outras, tristemente, o gigante invisível da juventude já  arrancou com um vigor impulsivo e irreflexivo, destruindo qualquer esforço de acercamento dos problemas que têm.

O que fazer?

A resposta não é nada simples porque os filhos tampouco estão numa etapa fácil. Às vezes o erro dos pais, o desespero, a impaciência ou a forma brusca e autoritária no atuar (por exemplo: expulsá-los de casa).

Um bom meio é a comunicação entre os pais. Entre os dois  poderá ajudar melhor a conhecer seus filhos. Também ajuda tratar "meter-se em seus sapatos". É tentar sentir o que sentem, pensar nas contrariedades que lhes cercam ou que podem estar passando (estão ainda amadurecendo e necessitam compreensão!).

Uma postura rígida, por xemplo, pode transformar-se numa atitude afável, amigável, paternal: Uma gota de compreensão atrai mais os filhos que um barril de repreensões.

Outra solução é ser hábil na arte de escutar os filhos, interessar-se por eles; sair das "bolhas" rotineiras e dar-lhes o tempo e a atenção que merecem. Ajuda muito perguntar-lhes sua opinião, pedir-lhes conselho, fazer-lhes ver que seu ponto de vista conta muito. mesmo que não o sejam, necessitam ser tratados como adultos.

É melhor dar espaço à sua iniciativa pessoal e às suas propostas, que "crivá-los" com órdens e proibições que podem resolver com um acordo mútuo e construtivo. E nesses diálogos, convém valorizar suas decisões para que se façam responsáveis de seus atos.

Há momentos que quem sabe já se tentou muito e os problemas dos filhos parecem insuperáveis. Pensemos, por exemplo, naqueles que estão submersos na droga ou no álcool. Por desgraça, a solução se escorre das mãos como água (e isso é o mais difícil!).

Desde a perspectiva humana tudo parece impossível. Nesses momentos o melhor é pedir ajuda. Buscar um perito na matéria, também, pedir ajuda ao pedagogo mais veterano, ao especialista do "impossível": Deus.

A oração dirigida a Deus orienta os sofrimentos, preocupações, desejos, esforços humanos e sobre-humanos para o bem dos filhos. Com ela, se edifica uma ponte invisível aos olhos humanos, uma ponte que chega até o mais profundo de seus corações, pois está construído com os ladrilhos da fé e da esperança.

Quando humanamente se faz o que está nas próprias mãos e deixa os filhos nas mãos experimentadas e sábias de Deus, o desafio se apressa, o fruto começa amadurecer e o que parecia impossível se faz real porque para Deus não há nada impossível.

Fonte: www.aciprensa.com

publicado por emtudoavontadedeus às 22:02
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Domingo, 22 de Janeiro de 2012

Era sua vida a que me falou, especialmente a perseguição e o ridículo que ele recebeu por ser fiel, por dizer as verdades socialmente incômodas sobre as consequências eternas do pecado.

Meu pai – o exemplo que me levou a Cristo e à sua verdade sobre a vida

John-Henry Westen - www.lifesitenews.com - (Notifam)

17 de junho de 2011 (Notifam) – Quando eu era um menino que crescia em Toronto, a vida era magnífica. Se bem que houvesse discórdia na família, meu pai, Henry Westen, era como uma rocha.

Meu defunto pai foi um católico devoto e fiel que assistia a Missa todos os dias e nunca deixou passar um dia sem rezar o rosário. Era generoso até o exagero, carinhoso e amável. Ele nos levou – o meu irmão Marcos e a mim (e eventualmente a Miriam, minha irmã mais nova) – na escola, nos ajudava com as tarefas para o lar e ele tinha dois trabalhos para poder envianos à escolas católicas particulares.

Porém quando cheguei à adolescência minha vida deu um giro para o pior. Amigos, tanto no bairro como na escola, me introduziram na pornografia e nas más palavras, para viver uma vida sem Deus e duvidando de sua própria existência. Rapidamente eu estava no outro lado, vivendo uma vida longe de Cristo e de sua verdade.

No princípio me recordo que pegava boletins eclesiais da Missa dos domingos antes de ir às salas de bilhar com meus amigos, assim eu podia “demonstrar” ao papai que tinha estado na Missa. Pois mesmo sendo este homem afável era muito generoso e amável, fez todo o possível para insistir no essencial – o que para ele eram as obrigações da fé.

Inclusive quando eu era menino ele me dizia: “preferiria ver-te morrer neste momento que cair em uma vida de pecado”. Era um homem ridicularizado por sua fé “extrema”, tanto por seus colegas e amigos e inclusive por sua própria família.

Por sua vez eu também o ridicularizava. Recordo que algumas vezes eu chegava em casa vindo dos clubes de baile às 3 horas da madrugada e encontrava meu pai ainda ajoelhado em oração junto de sua cama, sem dúvida rezando por seu filho desgarrado. Às vezes ele estava ainda de joelhos, mas desmoronado sobre a cama, por ter dormido ainda rezando. “Velho tonto”, recordo dizer-me a mim mesmo.

Durante sete anos abandonei a prática da fé. Tratei de tranquilizar minha conciência que me reprovava, pensando que Deus não existia. Mas como passa inevitavelmente, minha vida começou a desmoronar-se. Encontrei-me eventualmente no ponto mais baixo em minha vida, em perigo de perder minha noiva, minha educação e até minha liberdade, pois me envolvi com personajens obscuros na universidade.

Eu tinha nenhum lugar onde socorrer-me, senão a Deus. Tomei um livro que meu pai me tinha dado na primeira vez que caí – Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem, escrito por São Luis Maria Grignon de Montfort. Nesse livro aprendi que seguir a Cristo significa dar toda minha vida a Ele sem reservas, não só nas manhãs de domingo. Isto significou para mim uma mudança total.

E logo me assaltou a crise de fé. Eu havia convencido a mim mesmo que Deus não existia. Como podia agora dar minha vida por algo imaginário?

Pus o livro debaixo do braço e me decidi a falar com meu pai sobre o assunto. Nesse momento eu estava tão confundido em minha vida, eu sabia só uma coisa: que meu pai me amava. Com muito esforço tolerou tudo com respeito a mim e no entanto se manteve firme cuidando-me e amando-me, sem deixar de advertir-me nunca que minha vida eterna estaba em perigo, mas fazendo isto com amor.

Eu fui dizer-le: “Papai, és o único que sei com certeza na vida que me ama, e por isso quero que me digas a verdade. Eu li este livro sobre a Verdadeira Devoção que me deste e que isto significa renunciar a toda minha vida, e eu não quero fazer isso a menos que seja verdade”.

Eu preparei mentalmente este pequeno discurso quando fui ver ao meu papai. Quando cheguei a ele, o olhei, e sua vida me falou. Aqui estava um homem que foi ridicularizado durante a maior parte de sua vida por praticar a fé. Seus companheiros caçoavam dele, seus amigos o aborreciam e sua família estava envergonhada e às vezes era cruel com ele por sua prática da fé.

Foi sobre tudo isto – sua resistência a toda esta perseguição, inclusive uma resistência alegre – o que superou minha auto-induzida falta de fé em Deus, e que atravessou e quebrou minha dúvida. É evidente que Deus é real, seu caminho é a verdade. E desde esse momento eu vivi para Cristo.

Na realidade nunca fiz essa pergunta ao meu pai. Tudo isso me foi comunicado quando o vi nesse dia.

De fato, nem sequer lhe falei do incidente até muitos anos depois, só um par de anos antes de sua morte que faz três anos. Era sua vida a que me falou, especialmente a perseguição e o ridículo que ele recebeu por ser fiel, por dizer as verdades socialmente incômodas sobre as consequências eternas do pecado. Foi suficiente seu amor por mim para dizer-me a verdade, inclusive quando caçoei dele por isso.

Esta resistência sua deixou sua marca em mim. Há muitos que caçoam dos ativistas pró-vida e pró-família de sua forma de dizer a verdade com amor sobre estes temas difíceis. No entanto, em nossa resistência a esta caçoada, em nossa constância em amar aqules que nos insultam e ridicularizam, está o poder da Cruz, o poder da conversão à verdade. Isto é o que me salvou a vida e minha alma.

Feliz Dia do Pai, papai. Te amo. Sinto saudades de você. Reze por mim.

Versão original em inglês em http://www.lifesitenews.com/news/my-father-the-example-that-led-me-to-christ-and-his-truth-on-life

publicado por emtudoavontadedeus às 18:13
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Terça-feira, 17 de Janeiro de 2012

“O sentido de segurança gerado pela presença de uma figura masculina que sirva de exemplo na vida do jovem rapaz, tem um efeito protetor no menino, sem distinção sobre o grau de interação entre o menino e o pai”.

Estudo mostra que os meninos sem pais estão mais predispostos à delinquência



Thaddeus Baklinski - www.lifesitenews.com - (Notifam)

MELBOURNE, Austrália, 20 de dezembro 2011 - Em um estudo que levou à cabo o Instituto Melbourne para a Investigação Econômica e Social (Melbourne Institute of Applied Economic and Social Research) na Universidade de Melbourne na Austrália, determinou que os jovens adolescentes que contam com uma figura paternal em suas vidas, se acham, de modo significativo, com menos probabilidades de incorrer em um comportamento delinquente subsequente, frente aos seus coetâneos que não contam com um pai em suas vidas.

“O sentido de segurança gerado pela presença de uma figura masculina que sirva de exemplo na vida do jovem rapaz, tem um efeito protetor no menino, sem distinção sobre o grau de interação entre o menino e o pai”, disse a profesora Débora Cobb-Clark, diretora do Instituto Melbourne, e autora principal do estudo.

“Os pais provêem aos meninos modelos varonis, e eles podem influenciar nas preferências, nos valores, e nas atitudes dos meninos, por sua vez lhes dão um sentido de segurança, e o reforço de sua auto-estima. Eles também elevan o nível de supervisão do adulto no lar, o que poderia resultar em uma redução direta do comportamento delinquente”, ela disse.

No estudo, se deu uso aos dados americanos do Estudo Longitudinal Nacional sobre a Saúde do Adolescente (National Longitudinal Study of Adolescent Health). Houve três fatores que foram estudados em torno da influência da lista de pais em torno da delinquência juvenil: o envolvimento e a interação paternal, a contribuição à renda no lar, e a participação ativa com a figura paterna por estar simplesmente presente no lar.

Diferente de uns estudos prévios, esta investigação examinou a ampla gama de dos papéis das figuras dos parentes, igual as estruturas modernas da família, explicou a profesora Cobb-Clark.

“Nosso estudo incluiu os pais biológicos residentes e não residentes, e padrastos residentes, junto com sua influência sobre o comportamento do adolescente. Nossos dados detalham também que nos permitiu considerar, de modo simultâneo, as relações das mães com seus filhos, igual aos múltiplos caminhos por meio dos quais os pais poderiam ter uma importância”.

O estudo concluiu que qualquer forma de comportamento delinquente ficava reduzido em uns 7.6 pontos percentuais para os rapazes que viviam com seus pais biológicos, e uns 5 pontos percentuais para aqueles que viviam somente com pais não biológicos.

“Os pais estão associados com uma particular extensa redução na incidência do comportamento violento e na luta entre gangs, entre os adolescentes”, aponta o estudo.

Os investigadores também fazem a observação de que, o envolvimento elevado com seus filhos está relacionado com uma diminuição na incidência da delinquência, na maior proporção quanto aos efeitos positivos, parece estar relacionado com a mera presença da figura paterna, sem distinção do grau de envolvimento.

“Em resumo, quando tudo fica analizado, nossos resultados sugerem de modo sólido, de que muito da base do impacto que tem os pais, em sua totalidade, quanto ao comportamento delinquente de seus filhos adolescentes, reflete o efeito da presença dos pais, no lugar de seu envolvimento con seus filhos, ou da contribuição econômica que fazem à renda no lar”, eles assinalaram por escrito.

Por outro lado, os investigadores acharam que a presença de uma figura paterna não tinha um impacto grande nos níveis de delinquência das filhas.

“O comportamento das meninas adolescentes está menos vinculado com tudo isto, o que poderia ser atribuido aos níveis inerentes na tomada de riscos que variam entre os machos e fêmeas”, terminou dizendo a profesora Débora Cobb-Clark.

Faz-se disponível o texto completo em inglês do estudo, intitulado “Fathers and Youths’ Delinquent Behavior” (Entre pais e jovens: o comportamento delinquente).

Versão do original em inglês:

http://www.lifesitenews.com/news/study-shows-fatherless-boys-more-prone-to-delinquency

publicado por emtudoavontadedeus às 18:44
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Segunda-feira, 9 de Janeiro de 2012

As mães podem sincronizar-se com os batimentos do coração de seus filhos simplesmente sorrindo-lhes.

Compartilhar um sorriso pode sincronizar os batimentos cardíacos da mãe e do bebê: estudo


Christine Dhanagom - www.lifesitenews.com - (Notifam)

20 de dezembro 2011 – Segundo um estudo publicado este mês, as mães podem sincronizar-se com os batimentos do coração de seus filhos simplesmente sorrindo-lhes, informa um site de notícias na Internet sobre os descobrimentos na ciência, a IO9.

Os investigadores da Universidade Bar-Ilan em Israel controlaram o “rendimento cardíaco” das mulheres e de seus bebês de três meses de idade durante as interações face a face.

Seu informe, publicado no diário científico Infant Behavior and Development (O comportamento e o desenvolvimento infantil) revelou que a carinhosa interação face a face fez que o rítmo cardíaco da mãe e do bebê coordenassem “em atrasos de menos de um segundo”.

Os investigadores disseram: “A concordância entre os rítmos biológicos materno e infantil aumentou significativamente durante os episódios de afetos e de sincronia vocal, em comparação com os momentos não-sincrônicos. Os humanos, igual a outros mamíferos, podem impactar nos processos fisiológicos do companheiro vinculado através da coordenação de sinais sociais visual-afetivos”.

Os resultados deram mais credibilidade a um trabalho prévio de um dos investigadores de Bar-Ilan, Ruth Feldman, que em múltiplos estudos tem demostrado a importância da “sincronia”, a sintonia entre pais e filho demostrada durante as interações afetuosas.

Um estudo publicado no ano 2007 por Feldman correlacionou a sincronia entre a mãe e o filho com o desenvolvimento do sentido da moralidade da criança. Ela chegou à conclusão que o grau de sincronia durante a infância permitia predizer a cognição moral e a capacidade para a empatia da criança nos anos posteriores.

Feldman estudou também, numa investigação realizada em 2003, a sincronia entre o pai e o filho, comparando-a e contrastando-a com a sincronia entre a mãe e o filho. Ela chegou à conclusão que “tanto os pais como as mães são igualmente capazes de participar numa sincronia segundo a segundo com seu bebê”.

No entanto, seu informe descobriu que cada pai oferece “experiências diferentes”, e assinalou a evidência que o desenvolvimento saudável da criança requer a presença de dois progenitores de diferente gênero.

Versão original em inglês em http://www.lifesitenews.com/news/sharing-a-smile-can-synchronize-moms-and-babys-heartbeart-study

publicado por emtudoavontadedeus às 22:31
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Compartilhar um sorriso pode sincronizar os batimentos cardíacos da mãe e do bebê: estudo


Christine Dhanagom - www.lifesitenews.com - (Notifam)

20 de dezembro 2011 – Segundo um estudo publicado este mês, as mães podem sincronizar-se com os batimentos do coração de seus filhos simplesmente sorrindo-lhes, informa um site de notícias na Internet sobre os descobrimentos na ciência, a IO9.

Os investigadores da Universidade Bar-Ilan em Israel controlaram o “rendimento cardíaco” das mulheres e de seus bebês de três meses de idade durante as interações face a face.

Seu informe, publicado no diário científico Infant Behavior and Development (O comportamento e o desenvolvimento infantil) revelou que a carinhosa interação face a face fez que o rítmo cardíaco da mãe e do bebê coordenassem “em atrasos de menos de um segundo”.

Os investigadores disseram: “A concordância entre os rítmos biológicos materno e infantil aumentou significativamente durante os episódios de afetos e de sincronia vocal, em comparação com os momentos não-sincrônicos. Os humanos, igual a outros mamíferos, podem impactar nos processos fisiológicos do companheiro vinculado através da coordenação de sinais sociais visual-afetivos”.

Os resultados deram mais credibilidade a um trabalho prévio de um dos investigadores de Bar-Ilan, Ruth Feldman, que em múltiplos estudos tem demostrado a importância da “sincronia”, a sintonia entre pais e filho demostrada durante as interações afetuosas.

Um estudo publicado no ano 2007 por Feldman correlacionou a sincronia entre a mãe e o filho com o desenvolvimento do sentido da moralidade da criança. Ela chegou à conclusão que o grau de sincronia durante a infância permitia predizer a cognição moral e a capacidade para a empatia da criança nos anos posteriores.

Feldman estudou também, numa investigação realizada em 2003, a sincronia entre o pai e o filho, comparando-a e contrastando-a com a sincronia entre a mãe e o filho. Ela chegou à conclusão que “tanto os pais como as mães são igualmente capazes de participar numa sincronia segundo a segundo com seu bebê”.

No entanto, seu informe descobriu que cada pai oferece “experiências diferentes”, e assinalou a evidência que o desenvolvimento saudável da criança requer a presença de dois progenitores de diferente gênero.

Versão original em inglês em http://www.lifesitenews.com/news/sharing-a-smile-can-synchronize-moms-and-babys-heartbeart-study

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Domingo, 1 de Janeiro de 2012

A irracionalidade do ateísmo solapa a capacidade de um indivíduo para pensar.

A mente confusa do ateu

Matthew Cullinan Hoffman - www.lifesitenews.com - (Notifam)

20 de setembro 2011 – A fila de ateus famosos, agasalhados pelos grandes meios de comunicação, está sendo acompanhada por um psiquiatra e um jornalista, que escreveu conjuntamente o livro “Why We Believe in God(s): A Concise Guide to the Science of Faith” (Porque cremos em Deus(es): um guia conciso para a ciência da fé). Os dois autores afirmam, em síntese, que Deus não é mais que um produto de nossas imaginações biologicamente determinadas.

Em um recente artigo sobre o livro, J. Anderson Thomson, um psiquiatra da Universidade de Virgínia, e a “escritora de temas médicos” Clare Aukofer repetem clichês rançosos do repertório do ateísmo alemão do século XIX, disfarçado como “ciência” moderna. Começam citando a letra frívola da canção “Imagine”, de John Lennon, na qual ele afirma que o paraíso socialista que prevê, trará a “paz” “sem céu… nem inferno por debaixo de nós… e também sem religião”.

“Sem religião”, se entusiasmam os autores. A quem estava convocando Lennon? Para começar, um mundo sem mensajeiro ‘divino’, como Osama bin Laden, precipitando violência. Um mundo onde os erros, como a perda evitável de vidas no furacão Katrina, seria retificado mas atribuido ‘à vontade de Deus’. Onde os políticos já não podem competir para demostrar quem crê mais firmemente no irracional e insustentável. Onde o pensamento crítico é um ideal. Em resumo, um mundo que tem sentido”.

Como forjamos o “sentido” de um mundo que não é mais que agitações cegas da matéria, sem nenhum tipo de propósito final, está mais alem de mim, e como era de esperar, não é tratado pelos autores. Porém seguramente este duo poderia chegar com mais que esgotadas acusações de “violência” sempre dirigida contra a religião pelos ateus, que sempre parecem esquecer que os regimes mais cruéis e violentos na história, como a China de Mao e a Rússia de Stalin, se inspiraram em ateus e foram dirigido por estes.

O regime ateu da China continua impondo o assassinato em massa de seu povo através de sua coercitiva “política de um só filho”, que resultou em milhões de mortes por aborto. Porém quem está contando? Certamente não os ateus, que é provável que não reconheçam a humanidade dos nascituros.

Os que defendem o teísmo em um sentido genérico não dizem que é uma condição suficiente para a virtude. As grandes religiões mundiais não são sempre dutos da verdade e os erros que desfiguram algumas delas tem causado sofrimento real para humanidade. Porém negar a existência de Deus, que é a única base concebível para uma moral objetiva, não é a resposta. Se os seres humanos não são mais que uma configuração de átomos sem um fim último, os conceitos do bem e do mal estão apresentando insensatezes. Seguramente mesmo um psiquiatra pode ver isso, e talvez um repórter.

Os autores esperam que esqueçamos que a religião tem produzido muito, senão a maioria, das produções de arte e da arquitetura desfrutadas pela humanidade, assim como o sistema educativo moderno? Creem que uma reportagem barata sobre Ossama Bin Laden servirá para descartar as vastas obras de caridade, desde os hospitais e refúgios para pessoas desamparadas até as agências de ajuda internacional massiça, que tem sido inspiradas pela crença religiosa? Sem dúvida, Thompson e Aukofer pode fazer que passem em silêncio estes feitos destacados, como se ignorá-los fará que desapareçam.

Os autores logo extraem o velho truque dos ateus alemães do século XIX, como Feuerbach, Marx, Nietzsche r Freud, quue nunca fizeram nenhuma tentativa de responder aos argumentos históricos da existência de Deus, e em seu lugar fecharam a cortina de fumaça das explicações psicológicas, econômicas e biológicas da religião.

O suposto é que se se pode explicar a origem da crença, de alguna maneira se-la- há refutado, uma declaração falaciosa tonta [não se deduz] que só serve para recordar-nos a impotência da posição do ateu.

Thompson y Aukofer tomam um caminho biológico, afirmando que somos geneticamente  amarrados com um fio para crer en Deus, porque isto serviu a nossos antepassados ?como um mecanismo de sobrevivência.

Afirmam que “ igual ao nosso DNA fisiológico, os mecanismos psicológicos atrás da fé evoluiram ao longo das eras através da seleção natural”. “Eles ajudaram  nossos antepassados a ? trabalhar efetivamente em grupos pequenos e sobreviver e reproduzir-se, características  desenvolvidas muito antes da história registrada, desde a estrutura profunda em nossos mamíferos, primatas africanos e os passados caçadores colecionadores de África”.

Os autores voam de um parágrafo a outro, citando os caminos evolutivos especulativos ao teísmo que eles dizem que foram oferecidos pelos investigadores. Salpicam seus comentários com observações tontas sobre a necessidade do homem para o “apego” social, a “reciprocidade”, o “amor romântico” e “os ódios de grupo”, como se umas poucas referências triviais para os fenômenos psicológicos pudessem explicar a crença quase universal do homem no divino.

Mas as perguntas que vão planteando falam mais de sua própria psicologia que outra coisa. Se a biología evolutiva explica a crença do homem em Deus, como podemos explicar o ateísmo dos autores? Dicen ser super-homens que, à diferença do resto de nós, podem trascender sua própria natureza? Se a religião se explica por nossos genes, não seria  certo á respeito do ateísmo? O que é bom para a gansa é bom para o ganso.

Reduzir as idéias do homem a sua biologia, na realidade destrói o fundamento de todo conhecimento. Se nossas idéias estão determinadas por nossos genes, então como podemos saber se algo que cremos é verdade?

Refutações como estas se fizeram faz tempo contra o pensamiento confuso dos materialistas, mas os autores, confundidos por cruéis erros empiristas do cientificismo moderno, no parecer não são conscientes deste debate histórico. A ignorância da história das idéias é uma característica lamentavelmente comum entre os ateus.

O artigo citado do jornal americano 'Los Angeles Times' é só a última recordação dos efeitos do ateísmo em uma mente de outro modo capaz. O fato de que os autores do artigo tenham escrito um livro inteiro elaborando sua tese evolucionista sobre a origem da religião, aparentemente totalmente inconsciente das falácias que subjazem em suas premissas, não faz mais que ilustrar uma verdade que tem sido demostrada uma e outra vez pelos partidários da incredulidade moderna: a irracionalidade do ateísmo solapa a capacidade de um indivíduo para pensar.


Versão original em inglês em http://www.lifesitenews.com/news/this-is-your-brain-on-atheism

publicado por emtudoavontadedeus às 16:12
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