Segunda-feira, 26 de Setembro de 2011

Embaixador assegura que seu filho se salvou por intercessão do Santo Padre Pio

 

 

 

 

 

Embaixador assegura que seu filho se salvou por intercessão do Santo Padre Pio

 

 



Roma, Sep 23, 2011 / 9:31AM (EWTN Notícias/ACI Prensa)

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Fernando Sánchez Campos, Embaixador da Costa Rica diante da Santa Sé, assegurou que São Pio de Pietrelcina, cuja festa celebrou dia 23\SET, a Igreja Católica, ajudou a salvar seu filho da morte quando os médicos lhe davam poucos dias de vida.

Numa entrevista concedida em Roma, o Embaixador Campos explicou à EWTN Notícias que Padre Pio intercedeu diante de Deus para que seu bebê Fernando Felipe sarasse.

"Estou certíssimo que foi um milagre por intercessão do Padre Pio", afirmou o diplomata.

No ano de 2007, a esposa do diplomata, Milagro, apresentou complicações em sua gravidez e o coraçãzinho de seu filhinho batia demasiado rápido.

Os esposos se dirigiram à paróquia mais perto, onde o Padre Gabriel Corrales –na presença de uma imagem de São Pio de Pietrelcina– abençoou o ventre da grávida.

Fernando Felipe nasceu com uma enfermidade mortal em adultos e com escassa esperança de vida em recém-nascidos, caracterizada por taquicardias muito severas.

O menino não melhorava e recebeu até cinco choques eléctricos, um tratamento pré-natal e remédios após o nascimento. "Foram se esgotando os métodos de cura e o menino não respondia ".

Fernando Felipe foi internado na UTI (unidade de terapias intensivas) e na noite de 23 de setembro, coincidindo com a festa de São Pio de Pietrelcina, recebeu a visita do Padre Corrales, que levou uma relíquia do Padre Pio, umas gases ensanguentadas por seus estígmas.

O embaixador se uniu em oração ao sacerdote, que –sem saber– superou todos os controles de segurança do hospital sem receber oposição alguma.

"Não entendo como entrou à meia-noite no hospital, e tampouco sei como entrou na UTI, necessita-se de um permissão especial, e ainda menos entendo como chegou aos recém-nascidos", explicou.

Pouco depois o menino se estabilizou para surpresa dos médicos.

Campos afirmou que "imediatamente nos minutos depois da oração, o registro das batidas dava resultados absolutamente normais. E além disso, o mais incrível, é que tinha que estar em tratamento por seis meses, e foi suspenso o tratamento porque não fazia falta, ficou absolutamente sem sequela alguma".

Ao saber da história, o Santo Padre quis conhecer o menino do milagre. Durante o encontro, Fernando Felipe não se separou dos pés do Pontífice, " subiu na cadeira do Papa que riu muito com ele.

E o mais lindo é que no final, quando saímos todos, o menino voltou para a presença do Papa e se despediu dele", explica Campos.

Atualmente Fernando Felipe tem 3 anos, e uma irmãzinha que em honra à cura se chama Maria Pia.


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Quinta-feira, 22 de Setembro de 2011

Astro country se une à luta contra eutanásia e revela como salvou a sua esposa em coma

 

 

 

 

 

Astro country se une à luta contra eutanásia e revela como salvou a sua esposa em coma

Roma, Sep 21, 2011 / 12:02AM (EWTN Noticias/ACI Prensa)

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Collin Raye  

O famoso cantor de música country, Collin Raye, revelou à EWTN Notícias que aceitou ser o novo rosto de uma organização que luta contra a eutanásia nos Estados Unidos porque ele mesmo superou a dura prova de decidir sobre a vida de sua esposa, que esteve em coma por oiyo semanas.

Raye, de 51 anos, foi indicado cinco vezes ao Grammy como melhor cantor do ano, já vendeu oiyo milhões de discos, e sua música já liderou dezenas de vezes as listas de sucessos musicais em seu país.

Raye se converteu ao catolicismo na idade de 20 anos e dedica muitas canções à defesa da vida.

Com este repertório é o novo estandarte da fundação "Vida e Esperança" (Life and Hope), hoje presente em nove países do mundo e criou por iniciativa dos familiares de Terri Schiavo, a mulher americana em estado de inconsciência persistente que morreu de inanição logo que seu ex-esposo ganhou uma batalha legal contra a vontade de seus pis..

Terri morreu na idade de 41 anos no ano 2005, uns 15 dias depois que os médicos lhe retiraram as vias de alimentação que lhe providenciavam nutrição e hidratação.

Em declarações à EWTN Notícias, o cantor explicou que viveu de perto uma história similar. "Também minhs esposa esteve em coma e está viva porque não escutei os conselhos dos médicos que me falavam de eutanásia", disse.

No ano de 1985, sua esposa Connie deu à luz três meses antes do previsto, e durante o parto sofreu ao mesmo tempo um infarto e um ataque súbito. "Esteve em coma por 8 semanas, os médicos me aconselharam que começasse a buscar um instituto que pudesse ocupar-se dela e me fizeram considerar a idéia de ‘desconectá-la’".

Ele não fez caso das sugestões e hoje sua esposa "está viva y andando", e já é avó.
"É surpreendente, mas se eu tivesse querido, como esposo, teria podido por fim à sua existência. E se a mãe de Connie tivesse querido impedir-me, a lei estaria de meu lado e não do seu".

"O divórcio está muito difundido: é justo que alguém que amanhã poderia ser que teu ex-marido possa decidir sobre tua vida e tua mãe em troca não possa dizer nem fazer nada?", questionou o artista.

Collin Raye nasceu em Arkansas, se criou no Texas no seio de uma família de artistas. Sua mãe, Lois Wray, foi telonera (conjunto menor que abre um show) de numerosos artistas como Elvis Presley, Johnny Cash e Jerry Lee Lewis.

No entanto, descubriu o catolicismo em sua juventude, durante um de seus concertos, ao observar os pequenos crucifixos que levavam um casal de fãs católicos com quem entabolou uma amizade.

O casal convidou a Collin para ir com eles para escutar a Missa onde "todas minhas perguntas encontraram respostas".

"Descobrir a fé católica, para mim, foi como ‘tropeçar-me’ com um tesouro", afirmou.

 



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Sábado, 17 de Setembro de 2011

Você conhece o seu lado (escuro) sombra?

 

 

 

 

 

 

Roya r. Rad, MA, PsyD

 

Psicologia transpessoal e positiva

 

 

 

 

Você conhece o seu lado (escuro) sombra?

 

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O que é a "sombra"? Este é um termo que foi utilizado pela primeira vez no contexto psicológico por Carl Jung de G.. Ele descreveu a sombra como parte de si mesmo, uma parte de nós reprimida porque recebemos uma mensagem que é "ruim" ou "má" ou que precisamos sentir vergonha e culpa se podemos tê-la negada.

 

Todos nós temos uma parte de sombra, e não é algo que uma pessoa "má" possui. A sombra ou o lado escuro de nós é o que nos dá uma perspectiva para o lado claro e nos faz todo ser humano. Quando nós começamos a fazer o trabalho de sombra, nosso processo de crescimento pessoal fica mais fácil, uma vez que traz nossos poderes ocultos e os transforma em luz.

 

Todos nós fomos feridos por causa destes lados ocultos na sombra, que foram reprimidos e negados. Quando eles continuam reprimidos, eles controlam-nos. Quando nós trazê-mo-los para fora e aprendemos a trabalhar com eles, nós ficamos no controle.

 

Alguns de nós aprendemos a tomar essa dor e feridas e conseguimos trazer um senso de equilíbrio para nossas peças desordenadas da sombra. Fazemos isso porque queremos uma sensação de libertação da dor desnecessária e tristeza.

 

Através de nossa sombra, podemos enfrentar a nossa dor, medo e raiva e aprender a viver com nosso máximo auto-funcionamento, uma coisa é estar satisfeita com sua vida e outra é saber onde levá-lo. Uma coisa que esteja funcionando positivamente para o seu máximo.

 

A sombra no trabalho, talvez sejam úteis estas etapas:

 

Reconhecer sua sombra:

Uma maneira de fazer isso é para ver como é que você se projeta nos outros. Ao negar ou reprimir algo em si mesmo, você tende a se tornar mais consciente da tendência nos outros. Se isso se torna um padrão, em seguida, preste atenção a ela, uma vez que pode ser uma parte de sua sombra clamando para alguma atenção. Quando isso acontece, esse traço em outra pessoa pode irritá-lo demais, ou você pode tender a exagerar nele. Isso também poderia ser o mesmo com qualidades positivas que se admiram nos outros-- se você fizer isso muito, você pode querer olhar e ver que se você tiver desmentida a qualidade em si mesmo, está sedenta por experimentá-la.

As coisas que você faz por acaso:

Isso é quando começa a sua Bagagem, que é tão cuidadosamente fechada por você, para passarem aqui e ali. Quando você repetir um comportamento ou um padrão do qual você não quer, então você precisa prestar atenção á que parte de sombra precisa ser liberada ou equilibrada.

Auto monitorar:

Olhe sua bagagem e o que você tem recheado nela e não soltou, qualquer coisa que você tem reprimido ou negado, qualquer coisa que você está com medo de mostrar ao mundo. Coloque o medo de lado, ultrapasse o pessoal, você está apresentando ao mundo e vai mostrá-lo para si mesmo. Aceite-o e, em seguida, faça as alterações desejadas.

Dê-se algum tempo e seja paciente:

Esse processo leva tempo. Assim, a expectativa têm de ser razoável, e existe sem correções rápidas. Às vezes essa sombra tem sido reprimida por longo tempo e você tem que passar por camadas de trabalho para chegar à raiz, portanto, seja paciente com isso.

Aberto até:

Quando você executar e sentir essa coisa pesada em seu ombro que está impedindo o seu caminhar, então pode ser hora de abertura. Encontre um lugar seguro para examinar sua bagagem e avaliar o que está lá. Em seguida, inicie o processo de deixar de lado o que não serve para você e é contraproducente à sua natureza.

Não julgue você mesmo:

Fazer uma exploração segura de suas próprias emoções e tente ser objectivo com eles. Não julgue, mas avalie-se através da auto-reflexão. Veja quais as emoções que estão executando a sua vida e aprenda a equilibrá-las para fora. Você tem que ser o mestre de suas emoções, não o contrário.

Estar disposto a assumir um risco:

Trabalho de sombra é arriscado e inicialmente pode ser desconfortável. Pisar fora da zona de conforto e da negação não é fácil, mas uma vez que você aprenda como fazê-lo, o desafio se torna emocionante e vai aprender mais habilidades para trabalho futuro e mais profundo.

 

Quando você trabalha na sombra, você pode transformar sua raiva em algo positivo-por exemplo, um conjunto de limites para ser assertivo e para dizer sim ou não para o que seu coração deseja. Ou, você pode ativar sua tristeza numa porta para conectar-se e compreender os outros expandindo sua compaixão. Ou, você pode transformar seu medo em uma ferramenta para tornar-se emocionalmente independente da situação perturbadora.

 

Além disso, você pode encontrar os que precisam de ajuda e suporte ao fazer e descobrir seu lado de sombra. Você precisa trabalhar com os sentimentos de medo, raiva, inveja, insegurança, ódio, ressentimento, culpa e vergonha ou quaisquer outros sentimentos de auto-restrição que é demasiado intenso ou irracional, fora de equilíbrio. Talvez você também precise focalizar em como se livrar dos velhos padrões de comportamento e pensamentos que não estão servindo você mais. Isso pode ser feito através de modificação comportamental e cognitiva, que pode ser misturada com o trabalho de sombra.

 

No final, não se esqueça da fé e calar sua intenção de chegar ao seu potencial máximo,e permitir que outras pessoas façam o mesmo. Com motivação suficiente para alterar, mudar os termos de crescimento que se tornam uma parte de sua vida.

 

Roya r. Rad, MA, PsyD | Fundação e Base de conhecimento auto | Uma organização sem fins lucrativos dedicada ao ensino público |

 

 

 

www.SelfKnowledgeBase.com

| Se você quiser receber nossas informações, mande-em um e-mail em

info@selfknowledgebase.com

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Terça-feira, 13 de Setembro de 2011

Prescindir de Deus é dar pedras aos homens no lugar de pão, disse o Papa.

 

 

 

 

 

 

Prescindir de Deus é dar pedras aos homens no lugar de pão, disse o Papa

 

 

Vaticano, Sep 11, 2011 / 10:14AM (EWTN Noticias/ACI Prensa)

 

 

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Benedicto XVI leva a Ancona mensagem sobre a centralidade da Eucaristia na Igreja

 

 

 

Ao presidir hoje a Missa de clausura do 25° Congresso Eucarístico Nacional italiano, o Papa Bento XVI explicou que "a história nos demonstra, dramaticamente, como o objetivo de assegurar a todos o desenvolvimento, bem estar material e paz, prescindindo de Deus e de sua revelação, termina sendo um dar aos homens pedras em lugar de pão".

 

 

No Estaleiro Naval de Ancona e diante de milhares de fiéis presentes, o Santo Padre meditou sobre a pasagem do Evangelho que afirma "Esta palavra é dura! Quem pode escutá-la?", disse dos apóstolos ante o discurso do pão da vida, uma reação que "não está muito afastada de nossas resistências frente ao dom total que Ele (Cristo) fez de si mesmo" já que "receber verdadeiramente este dom quer dizer perder-se a si mesmo, deixar-se envolver e transformar, até chegar a viver d'Ele".

 

 

"Esta palavra é dura!’; é dura porque muito seguido confundimos a liberdade com a ausência de vínculos, com a convicção de poder fazer por nós mesmos, sem Deus, visto como um limite á liberdade".

 

 

Segundo assinala a nota de Rádio Vaticana, o Papa indicou que esta atitude dos homens é uma ilusão que não tarda em tornar-se desilusão, gerando inquietude e medo e levando, paradoxalmente, a ansiar pelas cadeias do passado: ‘Oxalá houvéssemos morrido nas mãos do Senhor do Egito…’ diziam os judeus no deserto, como temos escutado".

 

 

"Na realidade, só na abertura a Deus, na acolhida de seu dom, chegamos a ser verdadeiramente livres, livres da escravidão do pecado que desfigura o rosto do homem, e capazes de servir ao verdadeiro bem dos irmãos".

 

 

"‘Esta palavra é dura!’; é dura porque o homem cai muitas vezes na ilusão de poder transformar as pedras em pão. Depois de ter posto à parte Deus, ou tê-lo tolerado como uma escolha privada que não deve interferir na vida pública, certas ideologias tem apontado para organizar a sociedade com a força do poder e da economia".

 

Seguidamente Bento XVI precisou que "a história nos demonstra, dramaticamente, como o objetivo de assegurar a todos desenvolvimento, bem estar material e paz, prescindindo de Deus e de sua revelação, termina sendo um dar aos homens pedras em lugar de pão".

 

O pão, explicou "é ‘fruto do trabalho do homem’, e nesta verdade se encerra toda a responsabilidade confiada a nossas mãos e a nossa inteigência; mas o pão é também, e o primeiro, ‘fruto da terra’, que recebe do alto o sol e a chuva: é dom para pedir, que nos tira toda soberba e nos faz invocar com a confiança dos humildes: ‘Pai (…), dá-nos hoje nosso pão de cada dia’".

 

O Papa lembrou que "o homem é incapaz de dar-se a si mesmo a vida, ele se compreende só a partir de Deus: é a relação com Ele a que dá consistência à nossa humanidade e faz boa e justa nossa vida".

 

"É sobretudo o primado de Deus que devemos recuperar em nosso mundo e em nossa vida, porque é este primado o que nos permite reencontrar a verdade do que somos, e é em conhecer e seguir a vontade de Deus que encontramos nosso verdadeiro bem. Dar tempo e espaço a Deus, para que seja o centro vital de nossa existência", afirmou.

 

"De onde partir, como da fonte, para recuperar e reafirmar o primado de Deus?

 

Da Eucaristia: que Deus se faz assim perto de modo que seja nosso alimento, Que Ele se faz força no caminho sempre difícil, que se faz presença amiga que transforma".

 

Jesus, recordou o Papa, se entrega livremente por todos na Cruz, "assim a morte de Cristo não se reduz a uma execução violenta, é transformada por Ele num livre ato de amor, de auto-doação, que atravessa vitoriosamente a mesma morte e ratifica a bondade da criação que saiu das mãos de Deus, humilhada pelo pecado e finalmente redimida".

 

"Este imenso dom –assegurou Bento XVI– é acessível para nós no Sacramento da Eucaristia: Deus se doa a nós, para abrir nossa existência a Ele, para envolvê-la no mistério de amor da Cruz, para fazê-la partícipe do mistério eterno do qual viemos e para antecipar a nueva condição da vida plena em Deus, na espera da qual vivemos".

 

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Domingo, 11 de Setembro de 2011

10º aniversário do 11 de setembro: 'Amar o inimigo'.

 

 

 

 

 

Christian de la Huerta  

 

10º aniversário do 11 de setembro: 'Amar o inimigo'.

 

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É difícil acreditar que já passaram 10 anos desde o dia fatídico que mudou para sempre o mundo como o conhecíamos.

 

A América continuou a ser vista com duas guerras que se seguiram e que custaram milhares de vidas e muitos estragos na nossa economia.

 

Apenas um par de meses atrás nós finalmente pregamos o "big one", ajudando a fazer o encerramento do caso para muitos. Agora, nós nos sentimos mais seguros? O mundo se tornou mais estável? No pessoal e nas relações internacionais, nossa espécie permanece presa na separação e projeção, fazendo os outros errarem, temendo e desconfiando do " outro".

 

Quanto tempo mais nós vamos andar ao redor de nós mesmos, com raiva e ressentimento em nossos corações, sentindo-nos lesados e vitimas?

 

O perdão é um ato de libertação pessoal. Não fazê-lo, nos mantém presos no passado. Um retorno é que temos de fazer para estarmos certos.

 

Outra coisa é que por esse sentimento sentimo-nos imolados e evitamos a responsabilidade de termos que olhar independentemente para o papel que nós fazemos em qualquer que seja o drama. Para estes retornos temos que pagar um preço elevado. Sempre podemos mudar ou mantermo-no no modo de vítima, e podemos perder o nosso poder. "Amar seu inimigo" continua a ser tão radical essa mensagem hoje como era há 2.000 anos.

 

Para mim, significa manter nosso coração aberto, não importa com o quê, mesmo que estejamos feridos ou com sentimentos de traição ou ameaçados. Podemos optar por mantermos nossos corações abertos se nosso interesse amoroso clama ou não, se alugamos uma cobertura para o próximo mês ou não, se o nosso trabalho é de risco ou nossa casa está em execução.

 

Todas essas mudanças, significam manter nossos corações abertos para os bin Ladens do mundo, para não mencionar o colega de trabalho repugnante e abominável que temos ao lado. Evidentemente, isso não significa que temos de ser amigos dessas pessoas, mas não mais permitir que tenham muito poder sobre nosso próprio coração.

 

O nosso coração não pode ser fechado seletivamente ou apenas para alguns. Em última análise, isso não é sobre qualquer pessoa. É entre mim e meu coração, entre mim e a vida, entre mim e o universo. Meu trabalho, meu compromisso, é manter meu coração aberto, não importa como. Isso está longe de ser fácil - na verdade, não é nada menos do que um ato heróico.

 

E nestes tempos exigem nada menos do que o heroísmo. Quando vamos começar a curar essa sensação de separação e suavizar as decisões duras que nos mantêm afastados? Novamente, não é fácil fazer. É muito mais fácil culpar o outro, acusá-los de errados e colocá-los contra a parede. E, se queremos a paz no mundo, ela deve começar dentro de nós.

 

Ensinamentos espirituais dizem-nos que somos todos um só, que estamos todos nisso juntos, e que tudo o que vemos tão claramente "ali" é "aqui," também. Esta é a essência de projeção. Uma prática que ajuda quando nos encontramos julgando ou fazendo juízo errado do outro é dizer a nós mesmos, "Eu também sou dessa forma" ou "dado um conjunto diferente de circunstâncias, sobre os quais eu não tenha nenhum controle, talvez eu também pudesse ter agido dessa forma."

 

Isto é particularmente difícil de fazer quando se trata de criminosos violentos ou "esses terroristas". Isso realmente significa ", também, sou como"? Bem, aqui está uma área para explorar que nós também podemos ser "assim": como atos de violência emocional ou espiritual, no meu interior o terrorista comprometeu - se não nos outros, em seguida, em mim mesmo? Ele/ela tem causado estragos em minha vida ou na vida dos outros? Opa! Tempo para pensar e meditar.

 

 Nós pensamos no grande terrorista, mas e os pequenos, e os terroristas internos que são mais difíceis de limpar de nossas cavernas. É, também, material para heróis. Libertação de decisões e a necessidade de estarmos certos, desenvolvendo a capacidade de perdoar e manter nossos corações abertos são etapas fundamentais no caminho para a paz interior e libertação.

 

Nestes tempos estressantes, desafiadores e perigosos, todos os seres podem experimentar a paz. Todos nós podemos ser livres.

 

Christian de la Huerta é o autor de "Vindo espiritualmente" e a próxima "A alma do poder". www.SoulfulPower.com

 

 

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Quarta-feira, 7 de Setembro de 2011

ANIVERSÁRIO DE DEZ ANOS DO ATENTADO DE 11 DE SETEMBRO DE 2001

 

 

 

 

              

Rev. Paul Brandeis Raushenbush

 

              

Editor Sênior de Religião para o "Huffington Post"

 

 

 

Aniversário de 11 de setembro de 2001

 

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Duas respostas religiosas dos dias que se seguiram imediatamente após os ataques do '11 de setembro' demonstram como a religião tem sido uma força divisória e unificadora na América durante os últimos dez anos.

 

 

O primeiro foi de Pat Robertson e Jerry Falwell atribuindo culpa para os ataques a Deus que, eles explicaram, estava com raiva de América por causa dos homossexuais, feministas e a ACLU, entre outros.

 

Enquanto fogos ainda soltavam fumaça no Ponto Zero, Falwell e companhia foram atiçar ironicamente o fogo da discórdia e da divisão por culpar a Deus e liberais, por causa do extremismo religioso.

 

 

A segunda resposta foi diferente. Tão logo os relatórios deixaram claro que os terroristas alegaram lealdade aos fundamentalistas do Islã de Osama Bin Laden, muitos temeram que a violência podia ser direcionada em direção a população muçulmana americana.

 

 

Ainda nos dias após o 11 de setembro, os relatórios vieram de todo o país, informando que os cristãos, judeus e outras pessoas de fé tinham chamado as mesquitas locais para oferecer apoio e solidariedade. Em vez de virar contra os muçulmanos, a comunidade religiosa reuniu-se com seus colegas americanos de uma tradição de fé diferentes.

 

 

Esses dois exemplos mostram as direções simultâneas ainda divergentes que a prática religiosa e pensamento tomou na América nos últimos dez anos.

 

 

O '11 de setembro', deixou claro que a religião, que tinha sido ignorada nos cálculos de políticos globais e esquecida pela mídia por décadas, ainda era uma força, e talvez a força na vida pessoal e comunitária das pessoas.

 

 

Enquanto muitos ainda mantêm o pensamento de que a religião é essencialmente divisória, desde 11\9 foi evidente que a religião tem sido uma força esmagadoramente positiva para reunir pessoas de diferentes origens no seio da sociedade americana.

 

 

Eu uso-me como um caso exemplar. Dez anos atrás eu não sabia basicamente nada sobre o Islã, Sikhismo, hinduísmo, Budismo, etc. Eu sabia um pouco sobre judaísmo, sendo um dos oriundos do inter-religioso, mas mesmo assim era mínimo. Eu era um pastor ordenado, mas minha formação não teve em conta outras tradições religiosas.

 

Dez anos mais tarde, a maioria dos seminários exigem um conhecimento funcional de outras tradições religiosas para pós-graduação.

 

 

O 11\9 deixou o legado sobre as comunidades religiosas que, para ser um líder religioso eficaz requer conhecimento das crenças essenciais realizadas pelos nossos vizinhos de outras religiões.

 

 

Na verdade, o 11\9 me deu um novo sentido de minha vocação como um pastor. De 2003 a 20011, meu ministério consistia em promover o engajamento inter-religioso na Universidade de Princeton.

 

 

Eu trabalhei com centenas de alunos de diferentes tradições religiosas que demonstraram um profundo compromisso com o 'estar com' e 'aprender com' pessoas de diferentes origens religiosas e ideológicas.

 

 

Desde o 11\9, no inter-religioso grupos foram formados em faculdades e escolas de ensino médio em todo o país.

 

Um novo movimento de cooperação inter-religiosa está crescendo e valoriza a singularidade das tradições individuais (incluindo cada vez mais humanista secular), acreditando que as pessoas podem e devem respeitar uns aos outros através de diferenças de opinião.

 

 

Grupos como as religiões para a paz, o Parlamento das religiões do mundo, grupos de oração e incontáveis outros continuam a reunir pessoas de diferentes credos tanto na América como no mundo.

 

 

Ainda há um sentido de urgência que rodeia a missão destes grupos. Eboo Patel, um líder muçulmano que dirige o núcleo de jovens inter-religioso reconhece: "No século XXI, fé pode ser uma bomba de destruição, uma barreira de divisão ou uma ponte de cooperação".

 

 

Mesmo tendo havido grandes avanços entre todas as religiões no sentido de uma América mais unificada pluralista, tem havido episódicos de ataques físicos contra muçulmanos e Sikhs e há muitos para quem religião fornece uma plataforma para proclamar a suspeita e a divisão das pessoas de fé diferentes tradições, mais notavelmente os muçulmanos.

 

 

Observância do ano passado do 11\9 foi marcada por um furor intencional sobre um centro de Comunidade muçulmano proposto no Parque 51, mesmo que o imã tenha sido amplamente reconhecido pela sua cooperação inter-religiosa e sua rejeição do extremismo islâmico.

 

 

Um estudo recente mostrou que há um esforço organizado e concentrado para criar um medo de muçulmanos que tinham conduzido contra (lei muçulmana) está sendo proposto e passados nos Estados onde ainda ninguém propunha que a 'charia' pudesse ser instalada.

 

 

Ao mesmo tempo o sentimento anti-muçulmano parece estar a aumentar, mesmo depois que Osama Bin Laden foi morto.

 

 

Os muçulmanos na América têm uma sensação geral de bem-estar e são realmente mais satisfeitos com a forma como as coisas estão indo neste país do que o cidadão comum.

 

 

Nos últimos anos também ouvimos uma natureza cada vez mais forte e com insistência sobre o Cristianismo essencial (e mais recentemente judaico-cristã) deste país. Quando o diretor inter-religioso de um Templo Hindu foi convidado para abrir o Senado em 2007, houve protestos contra por terem chamado um "não-teísta ". E quem pode esquecer o bigodudo pastor de Flórida que decidiu fazer um nome para si mesmo, queimando um Alcorão.

 

 

Ainda sobre o mesmo Alcorão, foi muito divulgado a queima demonstrada e quanto América havia reunido em seu meio as divisões religiosas. Como eu escrevi em um artigo anterior, o Pastor foi surpreendido ao encontrar-se completamente isolado no seu desejo de profanar o livro sagrado da outra tradição.

 

 

Líderes religiosos e políticos liberais e conservadores reconheceram que isso não era o tipo de América que imaginaram, e em vez disso como um povo mostramos o nosso apoio para uma América verdadeiramente pluralista.

 

 

Talvez nada me desse mais esperança nas possibilidades produtivas de pessoas religiosas que vêm juntos a minha experiência como religião Editor sênior do The Huffington Post.

 

 

Temos mais de 600 líderes religiosos e acadêmicos de todo o espectro de religioso e ideológico que escrevem para o site. Cada um dos nossos escritores está na linha de frente contra extremistas e elementos destrutivos dentro de todas as nossas tradições; e estão vivendo exemplos da possibilidade de compartilhamento honestamente a sabedoria e a verdade de sua própria tradição sem sucumbir à tentação de violar ou denegrir a tradição de seu vizinho.

 

 

Estamos todos ainda curando as feridas de 11 de setembro. Líderes e comunidades religiosas devem continuar ao longo de um caminho que rejeita a divisão, violência e ódio e em vez disso devem mobilizar todos os sentimentos de sabedoria e compaixão inspirado por grandes tradições do mundo para criar uma América mais perfeita e o mundo.

 

 

 

publicado por emtudoavontadedeus às 23:09
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Domingo, 4 de Setembro de 2011

Eu saberei então acender minha lâmpada no tempo escuro, entre o vento frio.

 

Se me vês

 

 

Se me vês cansado fora do sendero,

 

já quase sem forças para fazer o caminho;

 

se me vês sentindo que a vida é dura,

 

porque já não posso, porque já não sigo;

 

vem para recordar-me como é um começo,

 

vem para desafiar-me com teu desafio.

 

 

Move-me na alma, volte-me ao impulso,

 

leva-me a mim mesmo.

 

 

Eu saberei então acender minha lâmpada

 

no tempo escuro, entre o vento frio

 

 

Voltarei a ser fogo de brasas quietas,

 

que alumia e reaviva meu andar peregrino.

 

 

Volta a sussurrar-me aquele conselho

 

do primeiro passo para um princípio.

 

 

Mostra-me a garra que se necessita

 

para levantar-se da queda.

 

 

Se me vês cansado fora do sendero,

 

sem ver mais espaços que o dos abismos

 

traga á minha memória que também há pontes,

 

que também há asas que não temos visto.

 

 

Que vamos armados de fé e de bravura,

 

que seremos sempre os que temos acreditado.

 

 

Que somos guerreiros da vida plena,

 

e tudo nos guia até nosso lugar,

 

que um primeiro passo, e que um novo empenho

 

nos leva à forma de não sermos vencidos.

 

 

Que a árvore se dobra, se agita, estremece,

 

desfolha e brota, porém fica erguida.

 

 

Que o único trecho que dá adiante

 

é aquele que cobre nosso pé estendido.

 

 

Se me vês cansado fora do caminho, solitário

 

e triste, quebrado, ferido,

 

senta-te ao meu lado, toma-me as mãos,

 

entra por meus olhos até meu esconderijo

 

e diz-me "se pode!" e insiste, " se pode!", até

 

que eu entenda que posso mesmo.

 

 

Que tua voz desperte, de tua certeza,

 

ao que de cansaço ficou dormindo.

 

 

E, talvez, se quiseres, empresta-me teus braços,

 

para incorporar-me, novo e decidido.

 

 

Que a união é triunfo quando ombro a ombro vamos,

 

e assim "se pode!", com o mesmo brio.

 

 

Se me vês cansado fora do sendero,

 

leva meu olhar para teu caminho.

 

 

Faz-me ver as pegadas, que estão marcadas além,

 

de um passo atrás de outro de onde vieres.

 

 

Autor desconhecido

 

 

publicado por emtudoavontadedeus às 20:24
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